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Depilação

Depilação íntima: veja como evitar riscos
Por causa do nosso clima tropical, a brasileira é a maior adepta da depilação íntima. E no mês dos namorados a procura pelo procedimento aumenta ainda mais nos centros de estética. Apesar de ser um dos procedimentos de beleza mais comuns entre os rituais femininos, a retirada dos pelos pubianos pode, sim, ocasionar complicações como manchas, alergia, pelos encravados e até foliculite (inflamação na raiz do pelo). E quando a questão é a depilação íntima completa dos pelos, a discussão é mais ampla. Uma pesquisa do Ambulatório de Estudos em Sexualidade Humana da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto (SP), entrevistou 52.787 mulheres e 17.133 homens, com idade acima de 18 anos de todas as regiões do país, e concluiu que 64,3% das mulheres e 62,2% dos homens declararam preferir a área genital feminina completamente depilada. O curioso é que a justificativa para a escolha se mostrou diferente: para elas, a higiene é o principal motivo de se verem livres dos pelos, enquanto para eles, o que pesa mais é a beleza, que, segundo a responsável pela pesquisa, é um aspecto ligado à atração. A média de idade entre os homens que responderam o questionário é de 31,9 anos, enquanto a das mulheres é de 28,5 anos. De acordo com a pesquisadora, o estudo revelou que quanto mais alta a faixa etária, menor a preferência pela depilação íntima completa e maior o gosto pela extração parcial dos pelos. Depilação íntima X saúde O estudo feito pela USP de Ribeirão Preto foi realizado pela psicóloga e especialista em sexualidade humana, Maria Luiza Sangiorgi, e apontou também a ausência de sintomas clínicos vaginais após a extração completa dos pelos na região do púbis – outra dúvida que é inevitável na hora de optar pela depilação íntima completa. Segundo a especialista, a pesquisa, inédita no país, deve abrir portas para que novos e mais complexos estudos sobre o tema sejam feitos. Ela destaca que é uma abordagem importante para a prática clínica dos médicos dessa área em relação ao aconselhamento sobre hábitos, cuidados e informações das mulheres sobre a maneira mais saudável de cuidar do órgão genital. Radicalizar ou não? A questão de fazer uma depilação íntima completa ou parcial tem dois aspectos. Por um lado, a ausência total de pelos pode representar riscos, pois deixa a vulva mais exposta e, por consequência, mais vulnerável à entrada de impurezas e proliferação de bactérias, que favorecem infecções. De outro, a retirada parcial dos pelos garante certa proteção, que é minimizar essa vulnerabilidade por ter uma função de “escudo protetor”.No estudo da USP, com relação a extensão dos sintomas clínicos, o questionário perguntou às mulheres se havia algum tipo de desconforto como coceira na vulva ou corrimento vaginal notado pelas adeptas da depilação após a extração total dos pelos. De acordo com a pesquisadora, 34,95% das participantes relataram a ausência de sintomas, 16,84% afirmaram sentir vermelhidão e outros 12,96%, a ocorrência de pelos encravados. Maria Luiza reitera que não observou que a ausência de pelos influencie na aparição de sintomas. Ela sugere que talvez a técnica usada tenha mais influência, a falta de higienização dos aparelhos, por exemplo, e possam representar algum risco para a depilação íntima, mas ela conta que não foi constatado que a ausência de pelos, em si, faça mal. Já, para a dermatologista Luciana Abbade, da Faculdade de Medicina de Botucatu, da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), os pelos têm função de proteção contra agentes nocivos externos, como produtos químicos, fungos e bactérias. “Infecções sexualmente transmissíveis como herpes genital e verrugas genitais, causadas por HPV, podem ter uma "porta de entrada" facilitada nas pessoas que se depilam totalmente, uma vez que a barreira natural está ausente. Além disso, os pelos pubianos protegem contra vulvovaginites e outras infecções cutâneas desta região”, afirma a médica. Jussara Kuyawa, instrutora do curso de Depilação Profissional e Massagem Relaxante do Instituto Embelleze, unidade Montenegro, Rio Grande do Sul (RS), desperta a atenção para a quantidade de mulheres que ainda prefere a depilação íntima tradicional, isto é, parcial, apenas cavada nas laterais. “Na maioria dos casos, pode-se dizer que oito a cada dez clientes fazem a retirada parcial dos pelos, a tradicional. Porém, a depilação personalizada artística ganha espaço em ocasiões e datas especiais como aniversário de casamento e dia dos namorados, com desenhos variados que são escolhidos conforme a intenção da data”, conta a professora.   O melhor método para evitar riscos na depilação íntima Como já foi dito, apesar de ser um procedimento muito comum entre os hábitos femininos, a depilação íntima implica em riscos como manchas, vermelhidão, irritação da pele, alergia, pelos encravados e foliculite, por isso é importante saber escolher o método com muita cautela e critério. As técnicas mais usadas em casa são a lâmina, que não retira o pelo pela raiz, o que faz o “efeito lisinho” durar no máximo de 5 a 7 dias, além dos riscos de cortar a pele; o creme depilatório, que age superficialmente com ação de dissolver o pelo; o aparelho depilatório, que na verdade é mais indicado para as pernas; e a cera fria, dolorida, porque a temperatura não favorece a retirada dos fios. Todas essas versões, a longo prazo, podem causar manchas na pele, por conta da agressão constante que provoca à epiderme. “De todas as técnicas utilizadas para a depilação íntima, a melhor e mais indicada para reduzir os riscos é a cera quente, pois o calor dilata os poros e facilita a saída dos pelos. Quando manipulada cuidadosamente, a cera quente minimiza a dor. Embora, hoje, o ideal seja utilizar as versões de ceras já fabricadas com anestésico para diminuir a possibilidade de um procedimento dolorido e desconfortável”, explica Jussara Kuyawa. “O segredo dessas ceras anestésicas é que elas aderem mais ao pelo e menos à pele, tornando o processo mais rápido e menos dolorido. Vale lembrar que a forma certa de aplicar a cera é no sentido do pelo; já para arrancar, o certo é puxar no sentido contrário do nascimento dos fios”, ressalta a especialista. E é expressamente proibido reutilizar a cera para uma nova depilação porque a temperatura em que ela é manipulada não é suficiente para inibir possíveis bactérias e o risco de uma infecção é alto. A utilização da cera para a retirada dos pelos tem ainda outras vantagens como deixar a pele lisinha, depois que passa o efeito do descolamento do produto; é um processo rápido, pois retira uma grande quantidade de pelos de uma só vez; é um ciclo em que o pelo demora mais para crescer já que os fios são arrancados pela raiz; em longo prazo a tendência é ocorrer a diminuição do crescimento e da espessura do pelo, cujo bulbo (poro onde nasce o pelo) com o tempo sofre grande desgaste e acaba perdendo a força. Depilação íntima sem dor Não tem jeito, para muitas mulheres depilação íntima ainda é sinônimo de dor, sofrimento e sacrifício. E parece que por mais que a indústria se empenhe na solução do problema (uma evolução na fórmula da cera aqui, uma nova tecnologia ali, um anestésico acolá), deitar na maca da esteticista ainda significa um drama para muita gente. Mas a boa notícia é que alguns truques caseiros feitos antes e depois do procedimento podem ser grandes aliados contra esse desconforto. Confira: 1 Dois ou três dias antes de se submeter à depilação íntima faça uma esfoliação na região: você pode usar um esfoliante ou aplicar um sabonete líquido suave com um pouquinho de bicarbonato. Basta fazer movimentos circulares leves, bem concentrados na raiz dos pelos. Deixe também por alguns segundos um jato de água quente direcionado na área, isso ajuda a deixar o bulbo mais relaxado facilitando a retirada dos pelos. 2 Hidrate a pele diariamente para que ela fique mais elástica e facilite a aplicação e retirada da cera, minimizando a dor. 3 A aplicação de gelo na região dolorida após a depilação funciona como anestésico inibindo a dor, mas atenção: o truque não deve ser usado antes da depilação porque a temperatura baixa tende a fechar os poros, o que torna a retirada dos pelos ainda mais dolorida. 4 Para quem sente muita dor, é melhor não se depilar no período pré-menstrual e nem durante o período menstrual porque a sensibilidade da pele aumenta. 5 O uso de pomadas anestésicas antes da depilação pode comprometer a aderência da cera e em alguns casos causar alergias e irritações na pele. Há que ter cautela para adotar essa alternativa, mas uma boa conversa com a depiladora pode ser útil. Cada um tem uma reação e resistência, pode ser que funcione para algumas pessoas.   Depilação íntima sem irritação A dor não é o único incômodo que uma depilação pode causar na pele, sobretudo na região pubiana, que é mais sensível e fica coberta praticamente 24 horas por dia, favorecendo a transpiração e a proliferação de bactérias. O quadro se torna ainda mais complicado se pensarmos que é um procedimento regular, feito com frequência, o que reduz e torna mais difícil o tempo para recuperação da pele. Por tudo isso, bom mesmo é prevenir qualquer tipo de irritação, desde uma simples descamação da pele, por reação a algum composto da cera ou creme depilatório, até um pelo encravado (que pode inflamar) ou uma foliculite. De certa forma, a encrenca pode ser evitada com cuidados simples, feitos em casa antes e depois da depilação. Veja a seguir, algumas dicas que selecionamos para você fugir desse problema. Para evitar riscos na depilação íntima, antes de ir para o procedimento lave a região ou higienize com loções pré-depilatórias. Manter a área bem limpa afasta a possibilidade de fungos e bactérias. A dica da esfoliação da região três dias antes para facilitar a retirada dos pelos e evitar a dor, é indicada aqui também com outra finalidade igualmente útil: ajudar a eliminar as impurezas dos poros e soltar possíveis pelos encravados. Como a pele depilada fica mais vulnerável, principalmente a de quem remove 100% dos pelos, é bom evitar se expor ao sol, sal do mar ou cloro da piscina antes de 24 horas após o procedimento. Caso a região esteja com alguma irritação ou sensibilidade, não submeta a área à depilação, espere alguns dias ou semanas para que a pele fique completamente curada, caso contrário o quadro pode se agravar. Após a depilação íntima evite aplicar produtos à base de álcool ou muito oleosos (aliás, hidratantes logo após a depilação não são indicados, pois podem entupir os poros). O ideal é utilizar fórmulas calmantes como aloe vera, água termal e água boricada ou fazer compressas de chá de camomila. Regra de ouro: se for possível, deixe a área bem arejada após o procedimento para a pele poder respirar. Você deve pensar nisso quando for marcar o horário da depilação. Após o procedimento, evite roupas apertadas e com tecidos sintéticos. Fórmulas de ceras e cremes depilatórios hipoalergênicos não são garantia de um pós-procedimento tranquilo. Essas versões também podem causar reações na pele.   Animada para se capacitar e ser uma depiladora profissional? No curso do Instituto Embelleze você aprende diferentes técnicas para realizar a epilação corporal, respeitando as normas de biossegurança e atendendo às exigências da fiscalização sanitária. O conhecimento aprimorado passa por assuntos específicos, como: fisioanatomia da pele e dos pelos, equipamentos e produtos, ambiente de trabalho, produtos cosméticos, procedimentos de epilação, ética profissional, e como conquistar os primeiros clientes. O profissional depilador formado pelo Instituto Embelleze é capaz de aplicar diferentes técnicas de depilação e estará apto a oferecer ao cliente um serviço de qualidade, seguro e ético.    
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Axilas e virilha sem manchas ou pelos encravados
Axilas e virilha têm várias coisas em comum. A primeira delas é a sensibilidade, por causa do roçar de pele contra pele e ainda numa região abafada e privada de luz. Outra semelhança está na umidade local, onde as bactérias crescem com facilidade. Há também a tendência de escurecimento dessas superfícies, especialmente após a depilação. E isso pode afetar qualquer mulher. Entre os motivos para o surgimento de manchas está o atrito. O escurecimento se desenvolve como uma resposta inflamatória, que estimula a alta produção de melanina (o pigmento que dá cor à pele), formando assim as manchas. O problema tende a surgir especialmente em dermes morenas ou negras, ou que já sofreram alguma alergia na região. Mas a depilação também pode ser um fator determinante para o escurecimento, sabia? Ainda mais quando não é realizada corretamente: a manipulação errada da cera, por exemplo, pode inflamar os folículos pilosos, que acabam causando uma produção maior de melanina na área. A temperatura muito quente da cera também pode queimar a pele, estimulando a melanina – o efeito é chamado de hipercromia pós-inflamatória. Depilação que não mancha Os pelos das axilas e da virilha são fortes e, para retirá-los por completo, uma boa opção é a depilação com cera, que os arranca pela raiz, retardando o seu crescimento (pode levar até 20 dias). A lâmina apenas corta o fio superficialmente e logo ele cresce, às vezes, de um dia para o outro. Além disso, pode machucar e inflamar a pele, favorecendo o aparecimento de mancha escura. Menos agressivo, o creme depilatório também é uma alternativa, porém, tira o pelo na superfície. Em termos de eficiência, a cera propicia uma pele lisinha por mais tempo. Mas alguns cuidados devem ser tomados para evitar um resultado ruim: Em primeiro lugar, antes de usar a cera quente, experimente-a no pulso, para ver se a temperatura não está alta demais. Jamais sopre o produto com a boca, pois há a contaminação por bactérias. Deixe amornar naturalmente. A camada de cera utilizada na axila ou na virilha não pode ser muito fina, caso contrário, ela se quebra e dificulta a sua retirada. Aplique a cera, no máximo, duas vezes no mesmo local. No caso da axila, é preciso aplicar e retirar a cera por partes, dividindo a região ao meio. É que na metade inferior os pelos nascem para baixo e na metade superior, crescem para cima. Os fios precisam ser arrancados no sentido contrário do crescimento. Depois de depilar, aplique um óleo removedor de cera com um algodão e, se necessário, faça um acabamento com a pinça. Finalize com uma limpeza com uma loção antisséptica para afastar bactérias. Acalmar a pele após a depilação com um gel cicatrizante ajuda a evitar processos inflamatórios e o escurecimento da pele. Depois de depilar (com qualquer método) não exponha a pele ao sol. O ideal é aguardar, pelo menos, um dia. Em contato com a radiação solar, proteja-se com um filtro FPS 30. Nas axilas, evite o uso de desodorante nas primeiras 24 horas pós-depilação. É possível que ocorram irritações e ardência e manchas. Para combater o fechamento dos poros na virilha, não use roupas apertadas. O atrito com a pele ativa o mecanismo de defesa natural da derme, fazendo-a engrossar e escurecer. Além disso, o uso constante de peças justas, principalmente no verão, agrava esse problema e ainda facilita a proliferação de fungos e bactérias, que causam coceira e descamação. Invista em roupas leves e soltinhas e calcinhas de algodão.   Para o pelo não encravar Sim, a depilação com cera pode encravar os pelos. É que o método não deixa de ser um processo traumático para a pele e o folículo piloso sofre vários processos inflamatórios. Muitas vezes, durante o processo de crescimento, alguns fios não conseguem romper a estreita passagem do poro e acabam nascendo dentro da pele (encravando). O organismo entende que o pelo é um corpo estranho e então começa a englobá-lo para isolá-lo. Resultado: a região inflama, fica dolorida e vermelha. Essa inflamação só melhora com a retirada do pelo, o que deve ser feito sob a supervisão de um profissional. Para evitar o pelo encravado: Depois da depilação, não use talco sob o risco de obstruir os poros ou coloque roupas que abafem a região. Também não passe óleos ou hidratantes nas primeiras 24 horas. A cada dez dias, faça uma esfoliação na pele com cosmético específico ou com a mistura de açúcar e mel para afinar a superfície e facilitar a saída do pelo. Um toque sobre clareamento As manchas escuras podem ser eliminadas com tratamentos clareadores recomendados por dermatologistas. Soluções ácidas são as primeiras opções contra o problema, mas dependendo do grau de hiperpigmentação e do tempo da mancha outros métodos podem ser indicados, como o uso de laser. Tanto o ácido quanto o laser têm o objetivo de remover a camada superficial da pele e estimular a sua renovação, dando lugar a uma cútis mais clara, viçosa e macia. A diferença é que o laser consegue atingir camadas mais profundas da epiderme. Que tal aprimorar os seus conhecimentos sobre depilação? No curso do Instituto Embelleze você aprende a depilar com segurança e atendendo às exigências da fiscalização sanitária. O conhecimento aprimorado passa por assuntos específicos, como: fisioanatomia da pele e dos pelos, equipamentos e produtos, ambiente de trabalho, produtos cosméticos, procedimentos de epilação, ética profissional e, ainda, como conquistar os primeiros clientes. O profissional depilador formado pelo Instituto Embelleze é capaz de aplicar diferentes técnicas de depilação e torna-se apto a oferecer ao cliente um serviço de qualidade, seguro e ético.
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Depilação facial: os 3 métodos mais econômicos e sem contraindicações
Pode ser só uma penugem, mas já é o bastante para mexer com a autoestima de muitas mulheres. Quando os pelos são poucos e discretos, dá para arrancá-los sozinha, em casa, usando com uma boa pinça. Porém, quando os fios nascem grossos ou longos e em grande quantidade, o melhor é recorrer à ajuda de um profissional. Vale lembrar que essa condição depende de etnia ou de fatores hormonais. Quem descende de povos do mediterrâneo, Oriente Médio e Sul da Ásia tem mais chances de sofrer com o excesso de pelos, assim como as mulheres que produzem os hormônios sexuais andrógenos (masculinos) mais que o normal ou possuem síndrome dos ovários policísticos. Alguns medicamentos, como os que são usados para tratar endometriose, também podem provocar o aumento de pelos. Mas seja qual for a causa, a boa notícia é que existem métodos de depilação indicados especificamente para o rosto. Conheça agora os melhores e os cuidados que devem ser tomados antes e depois da retirada dos fios. Os melhores métodos para depilar a face LINHA A depilação com linha ou depilação egípcia, como também é conhecida, é uma técnica que tem se popularizado entre as mulheres. “Ela retira os pelos desde a raiz, sem oferecer o risco de cortes, alergias ou queimaduras. Mas a maior vantagem do método é que ele elimina até os pelos mais finos e difíceis de serem removidos”, diz Rejane Chaves, instrutora do curso de depilação do Instituto Embelleze Jaboatão dos Guararapes (PE). Dê play no recadinho que a Rejane gravou e que está lá no final desse post! A depilação com linha é dolorida, mas quem é adepta garante que vale a pena sofrer um pouquinho. Outros benefícios da linha: Os pelos demoram mais para voltar a crescer — até 40 dias Não provoca a flacidez da pele, como pode acontecer com a cera Elimina células mortas A linha não dá alergia — a região depilada só fica vermelha, mas por pouco tempo É um método bem higiênico Preserva a queratina natural da pele Consegue extrair os pelos lanugos, ou seja, aquela penugem bem fininha que contorna o rosto Como é feita: Aplicada somente por profissional habilitado, a depilação com linha é realizada com fio branco macio e, embora possa ser feita em qualquer parte do corpo, é mais indicada para sobrancelhas, buço e face. O expert apoia a linha entre os dedos e, com movimentos rápidos vai enrolando e desenrolando de maneira a arrancar os pelos pela raiz.   PINÇA Ela é precisa e arranca o pelo pela raiz quando manuseada do jeito certo. O pelo extraído do folículo piloso (e não quebrado) demora mais para voltar a crescer, o que é uma vantagem desse método. A pinça é indicada para pequenas áreas, como as sobrancelhas e o queixo, ou para pelos isolados em alguma parte da face. Isso porque o processo de retirada é longo (um a um). Existem vários modelos de pinça, mas a ideal para o rosto é a inclinada ou diagonal: Ponta inclinada – É a que oferece maior precisão na hora de remover os pelos. Boa para as sobrancelhas, o queixo e a penugem da testa. Retira bem fios de tamanho médio e curto. Escolha uma pinça que tenha almofadinhas nas pontas, pois é melhor para agarrar o pelo. Ponta reta – Ótima para retirar pelos de tamanho médio e longo. Serve para limpar o contorno da sobrancelha e remover fios em excesso sem precisar mexer no desenho. A ponta reta pode acabar arrancando mais de um fio por vez, por isso, merece cuidado para não causar estragos. Ponta fina – Os pelos curtos e finos saem pela raiz com essa pinça que tem a ponta parecida com um bisturi. No entanto, como ela é um tanto perigosa de manipular, deve ser manuseada por quem tem habilidade, como um profissional. Como usar: Esterilize a pinça com álcool isopropílico antes de colocá-la em contato com a pele. Sem esse cuidado pode haver o risco de contaminação e infecções na derme. O pelo deve ser arrancado no sentido do crescimento, pois assim sai com mais facilidade evitando o surgimento de bolinhas vermelhas. Dessa forma ainda previne o encravamento do fio e minimiza a dor. Antes de começar a retirar os pelos do rosto, limpe-o com sabonete facial e aqueça-o com vapor ou uma toalha quente para abrir os poros e facilitar a saída do cabelo do folículo.   CERA Um método rápido, prático e que retira o pelo pela raiz. Pode ser usada na sensível região acima dos lábios, no queixo, nas mandíbulas e na testa, porém dói e pode deixar marcas (como irritação, esfolamento e queimadura) se a cera não for aplicada corretamente. Por isso é importante procurar um profissional capacitado, ok? Existem duas versões de cera: Cera fria - É recomendada para quem tem sensibilidade ao calor e sofre com microvazinhos no rosto. O ideal é aplicar a cera fria em pelos grandes, pois a remoção errada pode quebrá-los em vez de arrancá-los. Cera quente – Tem indicação para pessoas que não toleram dor, pois o calor dilata os poros e facilita a saída do pelo, diminuindo assim o incômodo. Muito importante que o material esteja na temperatura correta, ainda mais para a delicada pele do rosto. O problema de estar quente demais é que pode gerar um aumento da produção de melanina e a hiperpigmentação; o resultado é o escurecimento da pele na região. Como usar: Primeiro higienize bem a pele antes de ser depilada Confira se a cera está limpa para evitar bactérias Aplique a cera na área desejada com uma espátula e, depois, puxe-a arrancando os pelos. O movimento da puxada deve ser rápido, mas suave, e contrário ao crescimento dos fios.   ANTES DE SE DEPILAR Seja qual for o método escolhido, é fundamental limpar a pele antes com espuma de limpeza ou água micelar para evitar inflamações causadas por bactérias.   Se você faz tratamento para o rosto com retinol ou cremes à base de ácidos, interrompa o uso cinco dias antes da depilação. Evite depilar o rosto nos dias da menstruação, pois a pele tende a ficar mais sensível. Não depile a pele inflamada nem com acne, pois os poros ficam expostos e mais vulneráveis à entrada de bactérias. DEPOIS DA DEPILAÇÃO Logo em seguida à extração dos pelos, toque na área depilada várias vezes com os dedos para minimizar a dor e a queimação. Para diminuir a vermelhidão, faça compressas frias de chá de camomila ou de salsa. Depois da depilação, não se exponha ao sol sob o risco de manchar o rosto e aplique protetor solar. Também evite o uso de maquiagem nas primeiras 24 horas pós-depilação para não provocar irritações e combater o entupimento dos poros. Surgiu algum pelo encravado? Tente desobstruir o poro e liberar a saída do cabelo com uma esfoliação suave. Alguns fios não conseguem romper a barreira da pele, ficando curvados e causando foliculite. Conheça importantes cuidados pré e pós-depilação para outras áreas do corpo e garanta uma pele lisinha e macia.   Saiba mais sobre beleza nos cursos profissionalizantes do Instituto Embelleze. Além de ficar expert na área, você pode descobrir uma nova carreira profissional e ser mais feliz! Os certificados de formação dos cursos são reconhecidos em todo o território Nacional, ou seja, são válidos em qualquer lugar do Brasil.   
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12 coisas para não fazer na DEPILAÇÃO NO VERÃO
Basta a temperatura aumentar para o corpo ficar mais à mostra – o que exige pele lisinha, sem pelos. O lado bom é que cresce também a procura por profissionais de depilação. O lado preocupante é que o procedimento inadequado e/ou a falta de cuidados do cliente podem comprometer o visual. É que no verão, justamente por causa da exposição solar, a pele fica mais sensível. Os raios ultravioletas tendem a provocar ressecamento e inflamação dos tecidos, tornando a cútis um ambiente desfavorável para uma nova agressão. A depilação feita com a cera imprópria e na hora errada pode se transformar nesse vilão, sabia? Confira quais são as atitudes que você, profissional, precisa tomar e as dicas que deve recomendar para os clientes. A melhor cera depilatória Prefira trabalhar com a cera para pele sensível, à base de aloe vera, que é mais hidratante. Cuidado com a cera muito quente: além de queimar a pele, ainda provoca uma hiperpigmentação no local, o que resulta numa área escura. E tudo o que você não quer é uma mancha, certo? O uso de cera caseira feita com limão é proibido, pois se a pele não for higienizada corretamente depois da depilação e o cliente se expuser ao sol em seguida, vai ficar com manchas escuras. Quando se depilar Bem, você já sabe que o sol sensibiliza a pele, assim como a depilação. “No ato da extração dos pelos, a cera retira as células mortas que estão nas camadas superficiais da pele, atuando como uma esfoliação e, para não irritar a cútis, o ideal é programar a depilação”, explica Marcela Figueira, coordenadora pedagógica do Instituto Embelleze Jaboatão, no Ceará, e instrutora de depilação. Anote as boas práticas: O ideal é se depilar 24 horas antes ou 24 horas depois da exposição ao sol. “No caso de pegar sol antes, a cera pode causar machucados e queimaduras; se a exposição solar for depois da depilação, a cera pode provocar manchas”, diz Marcela. Não é aconselhável entrar na piscina depois da depilação, mesmo que ela seja coberta. “A água clorada pode desencadear uma reação alérgica, já que a pele estará mais sensível”, lembra a coordenadora pedagógica.   Foto: Shutterstock 12 coisas para não fazer na depilação no verão Antes do procedimento 1. Não se esqueça de hidratar a pele frequentemente. A hidratação aumenta a elasticidade dérmica facilitando a remoção dos pelos e a derme ressecada é mais suscetível a manchas. Só não use o produto no dia da depilação. 2. Não se depile se estiver se submetendo a algum tratamento com ácidos, pois eles fragilizam a cútis. 3. Não aplique, no dia da depilação, óleos ou cremes e loções formulados com álcool para não irritar a pele. 4. Não extraia os pelos de áreas machucadas ou irritadas. 5. Não depile se os pelos estiverem descoloridos. É que por causa da química do descolorante eles ficam mais frágeis e, por isso, há grandes chances de não serem removidos desde a raiz, encravando depois. Depois do procedimento 6. Não use bronzeador. “Ele pode ser perigoso, porque como a depilação faz uma esfoliação ela acaba removendo a pigmentação superficial da pele. Já reparou que a área fica mais clara quando depilada? Assim, ao passar o bronzeador, o produto pode ativar a melanina da área mais sensível, fazendo com que ela fique manchada”, alerta Marcela. 7. Não sufoque a pele! Deixe-a respirar, portanto, não aplique produtos à base de álcool para não sensibilizá-la. Dê algumas horas para investir em uma loção hidratante. 8. Não use óleos que tampam os poros e favorecem o encravamento do cabelo. 9. Não vista roupa apertada para não abafar a região e provocar irritação ou abafamento dos poros. 10. Não esqueça de aplicar protetor solar FPS 30 na cútis para evitar manchas. E use um produto que você já testou para não correr o risco de alergias. 11. Não caia em água quente depois da depilação — banho de chuveiro, piscina, ofurô —, porque irrita a pele. 12. Não deixe de higienizar bem a derme com um sabonete neutro e água fria para eliminar qualquer resíduo de cera. O pelo encravou? O pelo encrava quando ele tem dificuldade de atravessar todas as camadas da pele e, assim, sair pelo poro. O fio de cabelo acaba se curvando e ficando dentro da pele. Há pessoas com tendência a pelo encravado, pelo fio ser naturalmente curvo, ou porque a camada superficial da derme é mais grossa, o que dificulta a saída do pelo. A depilação realizada de forma errada, sem a técnica correta, também provoca o encravamento. Como evitar - Para diminuir a incidência do problema, ou até se livrar dele por completo, faça assim: Esfolie a pele regularmente, uma vez por semana ou a cada 15 dias, até três dias antes da depilação com cera. O afinamento da superfície da pele facilita a saída do pelo. Hidrate-se diariamente para manter a pele saudável e facilitar a extração do pelo. Evite usar roupas apertadas após a depilação para a pele respirar à vontade. Não aplique óleos ou cremes oleosos depois da depilação para não bloquear os poros. Como combater - Antes de ficar cutucando a pele para desobstruir os poros, o que acaba machucando e causando lesões, siga estes passos: Se o pelo encravou, a melhor maneira de retirá-lo é afinando a pele e liberando o poro. Com cuidado, raspe a área com lâmina de barbear. No caso de inchaço, dor e vermelhidão no local, o mais indicado é procurar orientação de um profissional, que tem os recursos mais adequados para o tratamento.   Foto: Shutterstock Alternativa à cera depilatória A coordenadora pedagógica do Instituto Embelleze dá uma dica perfeita para quem deseja tirar os pelos de regiões pequenas, como o buço: “Aposte na depilação com linha. Esse método é perfeito para pele sensível, já que não utiliza química e nem oferece riscos de alergias ou queimaduras. Outra vantagem é que evita manchas”.  E atenção: um trabalho bem feito deve ser realizado com produtos registrados pela ANVISA e executado por um profissional da área capacitado, como são as pessoas que se formam no curso de depilação do Instituto Embelleze. Agora que você já sabe de todas essas dicas é só seguir e aproveitar o verão com uma pele mais saudável e bonita!
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