Experts    |    Eu, profissional    |    Tendências    |    Guia da Beleza
Voltar

Make

Sombra Ideal - Encontre o Tom Perfeito Para a Sua Cor de Olho

Você sabia que existe a sombra ideal para cada cor de olho? Essa informação pode ser novidade para muita gente, mas sim, ela é verdadeira! Não é uma regra segui-la, afinal, cada um usa o tom de sombra que achar melhor. Mas se você deseja realçar o seu olhar, fique atento às dicas abaixo!

Olhos pretos

Os olhos predominantemente escuros, como os pretos, possuem a vantagem de combinar com praticamente todas as tonalidades de sombras. Porém, dependendo do tom de pele da pessoa, o elemento nos olhos pode ficar mais ou menos destacado, porque tudo depende do contraste.



Se seu olho é preto opte por cores de marrons e lilases, evite os tons de verde pois eles podem dar a sensação de palidez ao olhar.

Olhos castanhos

Os olhos castanhos (escuros, médios e amendoados) são um intermediário entre o preto e o mel. Por isso, é legal apostar em tonalidades que realcem as lindas nuances desse tipo de olho.

Ouse sem medo nas sombras verde escuro, marrons e tons de roxo – que vão do lilás ao bordô. 

Olhos mel

A cor de mel é um intermediário entre o castanho e o verde, podendo alterar sua cor de acordo com a luz do sol ou artificial. Para realçar essa lindíssima cor, aposte em tons de laranja, azul e dourado.

Olhos verdes

Por ser um tom frio, os olhos verdes ficam lindos com sombra de tonalidade rosa, verde claro e variações de cobre.



Deixar a base da sombra com cor de cobre e por cima aplicar outra tonalidade também realçará muito e estará digno de uma make perfeita!

Olhos azuis

Também de cor fria, a sombra ideal para os olhos azuis é aquela que varia nos tons de bronze, dourado e castanho. Se o olho for mais para um azul acinzentado, aposte em uma sombra lilás, cinza ou preta.

No curso Maquiagem Profissional do Instituto Embelleze você aprende essas técnicas e muitas outras, tornando-se um especialista na área!

São 88 horas presenciais que ministram aulas práticas e teóricas. Ao final do curso, o aluno está apto para exercer a profissão através do seu certificado profissional. Entre no site e conheça!

Comentários

Fique por dentro
Cadastre-se e receba as novidades!

Veja também ...

Como fazer a transição capilar sem sofrer
Celebridades, como a cantora Ludmilla e até a ex-primeira dama americana, Michelle Obama, estão arrasando com seus cachos naturais depois da transição capilar. O processo consiste em recuperar e assumir o formato ondulado ou crespo depois de ser lisa por um determinado período de químicas artificiais. Sair da progressiva, escova definitiva, relaxamento ou outros métodos não é nada fácil, a gente sabe, afinal demanda muita paciência e cuidados especiais durante um bom tempo. Mas quem já encarou a situação assina embaixo: vale a pena! E é justamente essa propagação positiva a responsável pela forte tendência na adesão de cada vez mais mulheres à transição capilar. Entre os motivos relevantes dessa mudança de comportamento estão o poder nocivo das substâncias que alisam e a libertação de ter um cabelo cacheado natural (e por consequência mais saudável!). Se você é cabeleireiro profissional, saiba que pode ajudar e muito sua cliente “artificialmente lisa” a resgatar os fios naturais. Precisa de uma orientação? Então siga o nosso guia completo que ensina a passar por todas as etapas da transição capilar sem sofrer.       A cantora Ludmilla e Michelle Obama antes e depois da transição capilar      FASE 1 – Abandonar a química A partir do momento que você decide não retocar mais o procedimento químico, é preciso segurar a ansiedade e começar a exercitar a paciência. Para uma transição capilar sem drama ou complicações, a melhor saída é focar no objetivo de recuperar os fios naturais e a saúde do cabelo. “Isso porque o processo pode ser demorado e diferente para cada tipo de cabelo, então é preciso saber esperar. E não tem como mensurar o período exato que é necessário, deve ser analisado caso a caso. É bom ter em mente que nenhum produto é milagroso, o melhor aliado nesse projeto é mesmo o tempo”, enfatiza Douglas Baptista, cabeleireiro e gestor Pedagógico do Instituto Embelleze Franchising. Outro ponto importante é que quanto maior a diferença de textura entre os fios naturais e os processados quimicamente, maior a necessidade de saber esperar. Mas além de resiliência, alguns métodos podem ajudar bastante como penteados que disfarçam, um bom corte (na hora certa!), produtos que nutrem e hidratam e cuidados essenciais no dia a dia. Tudo isso pode amenizar a angústia dessa fase de ansiedade. “Esse arsenal de alternativas, além de auxiliar na beleza e saúde do fio, auxilia na harmonização de texturas similares entre pontas e raiz e no crescimento do cabelo, fazendo com que o período da transição capilar passe mais rápido”, garante Douglas. FASE 2 – Esperar o cabelo crescer Além da paciência, a transição capilar ainda envolve a autoestima, tema delicado para as mulheres. No entanto, existem alguns cuidados especiais para resistir (e persistir) com tranquilidade neste período em que o cabelo fica sem forma e com um volume indesejado. Hora de se munir com alguns truques espertos para viver em paz com a raiz ondulada e o comprimento liso: Não vá contra a natureza. Pense sob o ponto de vista de aceitar o cabelo como ele é, e assumir sua identidade. “Isso significa, antes de qualquer coisa, uma desconstrução de padrões, o que é libertador tanto físico quanto socialmente”, destaca Douglas Baptista. Afinal, quem disse que cabelo bonito é necessariamente liso? Essa aceitação do natural só aumenta a autoestima e favorece bastante o processo de resgate dos cachos. Aproveite para brincar com a sua imagem. Use o período de transição capilar para abusar dos acessórios e adotar um visual diferente. Lance mão de lenços, turbantes e bandanas – os tecidos estão super em alta como adorno de cabeça. Então, se joga! Penteados são sempre um sucesso. Não faltam opções para deixar os cabelos presos com estilo: moicanos, tranças embutidas nas laterais ou partindo da região da frente da cabeça e, claro, o clássico rabo de cavalo são bem-vindos. E para quem gosta de sair do lugar-comum, os famosos apliques e as extensões capilares também podem ser muito úteis nesta fase da transição capilar. Não hesite em optar pela texturização. Isto é, uma técnica para disfarçar a diferença entre as duas texturas: a do cabelo cacheado que vai nascendo e a da parte alisada que vai perdendo o jeito de fio reto e pode ficar com uma ondulação estranha. O método da texturização é simples: consiste em cachear a parte alisada com bobes ou bigudinhos. A dica aqui é evitar ferramentas de calor, como o babyliss, por conta da fragilidade em que o fio se encontra. Invista no cosmético certo. Neste período da transição capilar, os fios estão mais porosos, sem vida e quebradiços, portanto é indispensável investir numa linha de xampu, condicionador e leave-in rica em proteínas e ativos emolientes e regeneradores, os mesmos indicados para cabelos secos e quimicamente danificados. Uma vez por semana é preciso fazer um protocolo com uma máscara bem hidratante para repor a água dos fios, que pode ser potencializada com o uso de uma ampola power, também de hidratação. Além disso, alguns detalhes ajudam e muito! Veja só: A ideia é não economizar nos cremes de pentear, leave-ins e máscaras de finalização, que ajudam a dar forma ao cabelo e, por consequência, mantê-lo domado. Fuja dos xampus anti-resíduos ou de limpeza profunda, porque são agressivos. A transição capilar fragiliza a fibra e é comum ela quebrar e cair com um pouco mais de facilidade. Formulações suaves, como nos produtos Low e No Poo, higienizam na medida certa. Elas contêm pouco ou nenhum sabão detergente, evitando, assim, que os tratamentos de hidratação sejam removidos, mantendo o fio hidratado e nutrido. Invista da linha DNA do Cacho, da Embelleze, para tratamentos em salão, além de cuidar da saúde do fio, mantém uma curvatura bonita e natural, mesmo na etapa difícil da transição capilar. FASE 3 – Cuidar intensamente da saúde dos fios O fio danificado por químicas alisantes perde sua proteção natural – as cutículas; e, com o tempo, fica desidratado, sem nutrientes e com pouca matéria. Sim, não sobra quase nada! O cronograma capilar é fundamental nesta fase. Os tratamentos do calendário, que alternam hidratação, nutrição e reconstrução são muito úteis, pois têm princípios ativos diferentes e se complementam fornecendo aos fios tudo o que eles precisam na etapa de fragilidade extrema. A hidratação, feita com máscaras concentradas, repõe a água. A nutrição recupera o lipídeo (aquela oleosidade natural da raiz que nutre o fio) e os ativos essenciais, e pode ser feita com óleos comerciais, de linha, ou os naturais como, por exemplo, o de coco, amêndoa ou oliva. A reconstrução é essencial para recuperar a queratina e formar de novo a cadeia de aminoácidos que reestrutura o fio danificado por químicas pesadas, como as dos métodos de alisamento. Geralmente, os produtos ideais para reconstruir o fio são à base de óleos e manteigas, como os de karité, argan, murumuru. FASE 4 – Livrar-se de vez da parte lisa do cabelo Quando chega a fase em que já é possível cortar uma boa parte dos fios alisados e começar a dar forma ao caimento dos fios naturais é sinal de que a angústia da transição capilar está chegando ao fim! No entanto, é preciso conhecimento para saber qual o momento certo de recorrer à tesoura. Dependendo do caimento do cabelo, quando a raiz crespa começa a crescer, o comprimento costuma ficar muito irregular, por isso é importante ouvir a opinião de um cabeleireiro. Em alguns casos o corte reto, o mais desejado pelas mulheres por significar “adeus à tortura”, pode deixar as pontas desiguais e não ter um caimento harmônico. Já o corte em camadas é quase sempre a melhor solução, pois ele traz simetria ao cabelo. Mas ainda assim é importante analisar caso a caso, pois essa teoria pode não se aplicar para algumas mulheres. Só mesmo um profissional especializado para indicar a hora e o estilo do corte correto. As mais corajosas costumam cortar o mal pela raiz, literalmente. Se jogam no corte radical, bem curtinho, conhecido como Big Chop – nesse caso, não há nenhuma contraindicação, é só querer.    A atriz Nathalie Emmanuel também decidiu assumir os lindos cachos
> Leia mais
Depilação facial: os 3 métodos mais econômicos e sem contraindicações
Pode ser só uma penugem, mas já é o bastante para mexer com a autoestima de muitas mulheres. Quando os pelos são poucos e discretos, dá para arrancá-los sozinha, em casa, usando com uma boa pinça. Porém, quando os fios nascem grossos ou longos e em grande quantidade, o melhor é recorrer à ajuda de um profissional. Vale lembrar que essa condição depende de etnia ou de fatores hormonais. Quem descende de povos do mediterrâneo, Oriente Médio e Sul da Ásia tem mais chances de sofrer com o excesso de pelos, assim como as mulheres que produzem os hormônios sexuais andrógenos (masculinos) mais que o normal ou possuem síndrome dos ovários policísticos. Alguns medicamentos, como os que são usados para tratar endometriose, também podem provocar o aumento de pelos. Mas seja qual for a causa, a boa notícia é que existem métodos de depilação indicados especificamente para o rosto. Conheça agora os melhores e os cuidados que devem ser tomados antes e depois da retirada dos fios. Os melhores métodos para depilar a face LINHA A depilação com linha ou depilação egípcia, como também é conhecida, é uma técnica que tem se popularizado entre as mulheres. “Ela retira os pelos desde a raiz, sem oferecer o risco de cortes, alergias ou queimaduras. Mas a maior vantagem do método é que ele elimina até os pelos mais finos e difíceis de serem removidos”, diz Rejane Chaves, instrutora do curso de depilação do Instituto Embelleze Jaboatão dos Guararapes (PE). Dê play no recadinho que a Rejane gravou e que está lá no final desse post! A depilação com linha é dolorida, mas quem é adepta garante que vale a pena sofrer um pouquinho. Outros benefícios da linha: Os pelos demoram mais para voltar a crescer — até 40 dias Não provoca a flacidez da pele, como pode acontecer com a cera Elimina células mortas A linha não dá alergia — a região depilada só fica vermelha, mas por pouco tempo É um método bem higiênico Preserva a queratina natural da pele Consegue extrair os pelos lanugos, ou seja, aquela penugem bem fininha que contorna o rosto Como é feita: Aplicada somente por profissional habilitado, a depilação com linha é realizada com fio branco macio e, embora possa ser feita em qualquer parte do corpo, é mais indicada para sobrancelhas, buço e face. O expert apoia a linha entre os dedos e, com movimentos rápidos vai enrolando e desenrolando de maneira a arrancar os pelos pela raiz.   PINÇA Ela é precisa e arranca o pelo pela raiz quando manuseada do jeito certo. O pelo extraído do folículo piloso (e não quebrado) demora mais para voltar a crescer, o que é uma vantagem desse método. A pinça é indicada para pequenas áreas, como as sobrancelhas e o queixo, ou para pelos isolados em alguma parte da face. Isso porque o processo de retirada é longo (um a um). Existem vários modelos de pinça, mas a ideal para o rosto é a inclinada ou diagonal: Ponta inclinada – É a que oferece maior precisão na hora de remover os pelos. Boa para as sobrancelhas, o queixo e a penugem da testa. Retira bem fios de tamanho médio e curto. Escolha uma pinça que tenha almofadinhas nas pontas, pois é melhor para agarrar o pelo. Ponta reta – Ótima para retirar pelos de tamanho médio e longo. Serve para limpar o contorno da sobrancelha e remover fios em excesso sem precisar mexer no desenho. A ponta reta pode acabar arrancando mais de um fio por vez, por isso, merece cuidado para não causar estragos. Ponta fina – Os pelos curtos e finos saem pela raiz com essa pinça que tem a ponta parecida com um bisturi. No entanto, como ela é um tanto perigosa de manipular, deve ser manuseada por quem tem habilidade, como um profissional. Como usar: Esterilize a pinça com álcool isopropílico antes de colocá-la em contato com a pele. Sem esse cuidado pode haver o risco de contaminação e infecções na derme. O pelo deve ser arrancado no sentido do crescimento, pois assim sai com mais facilidade evitando o surgimento de bolinhas vermelhas. Dessa forma ainda previne o encravamento do fio e minimiza a dor. Antes de começar a retirar os pelos do rosto, limpe-o com sabonete facial e aqueça-o com vapor ou uma toalha quente para abrir os poros e facilitar a saída do cabelo do folículo.   CERA Um método rápido, prático e que retira o pelo pela raiz. Pode ser usada na sensível região acima dos lábios, no queixo, nas mandíbulas e na testa, porém dói e pode deixar marcas (como irritação, esfolamento e queimadura) se a cera não for aplicada corretamente. Por isso é importante procurar um profissional capacitado, ok? Existem duas versões de cera: Cera fria - É recomendada para quem tem sensibilidade ao calor e sofre com microvazinhos no rosto. O ideal é aplicar a cera fria em pelos grandes, pois a remoção errada pode quebrá-los em vez de arrancá-los. Cera quente – Tem indicação para pessoas que não toleram dor, pois o calor dilata os poros e facilita a saída do pelo, diminuindo assim o incômodo. Muito importante que o material esteja na temperatura correta, ainda mais para a delicada pele do rosto. O problema de estar quente demais é que pode gerar um aumento da produção de melanina e a hiperpigmentação; o resultado é o escurecimento da pele na região. Como usar: Primeiro higienize bem a pele antes de ser depilada Confira se a cera está limpa para evitar bactérias Aplique a cera na área desejada com uma espátula e, depois, puxe-a arrancando os pelos. O movimento da puxada deve ser rápido, mas suave, e contrário ao crescimento dos fios.   ANTES DE SE DEPILAR Seja qual for o método escolhido, é fundamental limpar a pele antes com espuma de limpeza ou água micelar para evitar inflamações causadas por bactérias.   Se você faz tratamento para o rosto com retinol ou cremes à base de ácidos, interrompa o uso cinco dias antes da depilação. Evite depilar o rosto nos dias da menstruação, pois a pele tende a ficar mais sensível. Não depile a pele inflamada nem com acne, pois os poros ficam expostos e mais vulneráveis à entrada de bactérias. DEPOIS DA DEPILAÇÃO Logo em seguida à extração dos pelos, toque na área depilada várias vezes com os dedos para minimizar a dor e a queimação. Para diminuir a vermelhidão, faça compressas frias de chá de camomila ou de salsa. Depois da depilação, não se exponha ao sol sob o risco de manchar o rosto e aplique protetor solar. Também evite o uso de maquiagem nas primeiras 24 horas pós-depilação para não provocar irritações e combater o entupimento dos poros. Surgiu algum pelo encravado? Tente desobstruir o poro e liberar a saída do cabelo com uma esfoliação suave. Alguns fios não conseguem romper a barreira da pele, ficando curvados e causando foliculite. Conheça importantes cuidados pré e pós-depilação para outras áreas do corpo e garanta uma pele lisinha e macia.   Saiba mais sobre beleza nos cursos profissionalizantes do Instituto Embelleze. Além de ficar expert na área, você pode descobrir uma nova carreira profissional e ser mais feliz! Os certificados de formação dos cursos são reconhecidos em todo o território Nacional, ou seja, são válidos em qualquer lugar do Brasil.   
> Leia mais
Copyright © 2021 · Todos Direitos Reservados