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Fotos: Divulgação

Maquiagem corretiva passo a passo

O top make-up designer Anderson Bueno ensina uma maquiagem corretiva que afina o rosto, realça ângulos de beleza e deixa o visual mais bonito

Não comece o make dos olhos e dos lábios sem, antes, preparar a pele. Ok, isso você já sabe. Mas não basta aplicar uma boa base em todo o rosto se você quiser impactar. O segredo dos maquiadores profissionais é harmonizar a face marcando alguns pontos com um jogo de produtos escuros e claros. É a famosa maquiagem de marcação ou de contorno que já foi revelada por celebridades, como Kim Kardashian, e influencers na Internet. Mas apesar de a maioria das mulheres conhecer a técnica, nem todas sabem executá-la, o que pode colocar o resultado a perder.

O método de maquiagem corretiva usando marcação ou contorno nada mais é do que utilizar base, corretivo ou pó mais escuros e mais claros que o tom natural da pele para disfarçar ou valorizar detalhes do rosto. Os produtos iluminados sempre ressaltam alguma área e os escuros, diminuem. Por exemplo: uma marcação abaixo das bochechas com base escura tende a afinar o contorno do rosto e do nariz.

Difícil? Que nada! Para não ter erro, observe no espelho o formato do seu rosto e pontue as regiões que gostaria de corrigir. Uma boa indicação para quem quer virar expert na técnica é procurar o curso de maquiagem do Instituto Embelleze. Lá, além de aprender todos os truques da maquiagem corretiva, você também entende sobre as diferenças entre os diversos tipos de produtos, como aplicá-los corretamente e muito mais. E por falar em cosmético, a escolha dos itens para a maquiagem corretiva é bem pessoal. Você pode usar base e corretivo em texturas que combinam com a sua pele, como líquida, pó ou cremosa. No entanto, as versões em pó são sempre mais fáceis de aplicar, especialmente para quem é principiante.

Aprenda agora como fazer a maquiagem corretiva com o top make-up designer Anderson Bueno, expert também em maquiagem artística. Mãos à obra!

Passo a passo: veja como fazer uma marcação de rosto para arrasar no make!

maquiagem corretiva

1 - Pele limpa e hidratada, aplique uma bae no mesmo tom da sua pele em todo o rosto. Depois, passe uma base clara nas áreas que você quer iluminar. As mais comuns são centro da face e área das olheiras.

maquiagem corretiva  maquiagem corretiva

2 - Usando uma base dois tons mais escura que a sua pele (ou bronze), marque a testa rente à raiz do cabelo, as têmporas, as laterais do nariz, abaixo da maçã do rosto e o contorno do maxilar.

maquiagem corretiva

3 - Com um pincel kabuqui ou de fibra dupla, esfume bem todos os produtos, fazendo uma fusão entre as cores. Isso é só para evitar que as marcações fiquem em evidência.

maquiagem corretiva

4 – Aplique, em todo o rosto, pó translúcido para dar fixação e um acabamento acetinado.

maquiagem corretiva

5 - Espalhe uma sombra bege-escuro ou marrom nas pálpebras para dar profundidade aos olhos. Nos lábios, passe um batom cor de boca; finalize o make com um blush marrom.

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Alongamento de unhas em gel: por que é o preferido
Sabrina Sato, Rihanna, Demi Lovato, Fergie e quase todo o clã Kardashian ostentam unhas longas e lindas de gel. O material se tornou o preferido das famosas por uma série de bons motivos: deixa a curvatura da unha com aspecto natural, não descola, é hipoalergênico e não tem cheiro. De acordo com Rafella Coffoni, analista de produtos do Departamento Pedagógico do Instituto Embelleze, os alunos que fazem o curso de alongamento de unhas no Instituto Embelleze aprendem as principais técnicas para executar o serviço com excelência, como unhas de porcelana, de acrílico, de acrigel, de pasta acrílica, de gel e francesinha permanente. “Todas dão bons resultados, mas o alongamento de gel é o mais vantajoso atualmente.” A porcelana é o material mais antigo e dentre os fatores que a deixaram ultrapassada estão a possibilidade de prejudicar a saúde das unhas. Pode provocar alergias, enfraquecer as unhas naturais, ter menor durabilidade comparada a métodos mais modernos (como o gel e a fibra de vidro) e, por último, devido ao forte odor dos produtos usados na aplicação. No entanto, a porcelana é a melhor para quem rói as unhas, pois a estrutura áspera do material incomoda em contato com a boca. A durabilidade é de duas a três semanas. As unhas de acrílico também são clássicas. Por ter alta resistência e durabilidade, o material ainda é muito usado. Porém, a técnica exige bastante habilidade do profissional, já que as unhas são moldadas uma a uma no tamanho e no formato desejado com uma espécie de massa de secagem rápida (um mix de pó acrílico e monômetro líquido). O acrigel é a combinação de pó acrílico e gel, modelado sobre um molde ou extensor colado na unha natural. A presença do acrílico deixa o gel um pouco mais ríspido, o que pode interferir no resultado final. Dura de 2 a 3 meses. O alongamento com filamentos de fibras sintéticas de vidro também é realizado com molde e é recomendado para unhas fracas e quebradiças. Dura até seis meses. A desvantagem é o preço (o método mais caro) e a aplicação muito demorada (duas horas). Gel, o método do momento A prótese de gel ganhou a preferência na indicação das manicures profissionais, porque é um método sem contraindicações, além de oferecer o que todas as mulheres querem: a impressão de unha natural. Como não provoca alergias ou outros danos às garras, pode ser feito em qualquer pessoa. A durabilidade do material é outro ganho: fica intacto por até seis meses e também aumenta a vida útil do esmalte, que geralmente não descasca nem craquela. Mas para você ter toda essa vantagem garantida, é necessário recorrer à manutenção com um profissional especializado a cada 20 ou 30 dias, dependendo do seu estilo de vida. Caso contrário, há o risco de enfraquecimento das unhas naturais. Na verdade, isso acontece com qualquer procedimento e você não deve abrir mão de procurar um estabelecimento de confiança, ok? A colocação das unhas de gel é simples, veja passo a passo: 1 - A unha natural é limpa para retirar resíduos de esmalte ou base e lixada. 2 - Em seguida, é aplicado um desidratador, que limpa a oleosidade da região. 3 - A prótese ou tip (um extensor para o alongamento) é colocada na ponta da unha natural e, depois, cortada e lixada no tamanho desejado. 4 - Uma lixa polidora é passada na superfície para nivelar a unha. 5 - Agora é a aplicado um primer em toda a extensão da unha e, na sequência, é a vez do gel. Ele é passado sobre a unha em finas camadas, sempre de forma lisa e uniforme. Ao final de cada camada é necessário colocar as mãos em um aparelho de luz UV para secagem do gel. 6 - A unha é lixada no formato desejado e recebe um gel fixador. 7 - A cutícula já pode ser retirada e as unhas esmaltadas normalmente. 8 - O procedimento completo pode levar até uma hora e meia para ser concluído. Prático e versátil Uma vez colocadas, as unhas de gel podem permanecer aplicadas por tempo indeterminado, desde que você faça a manutenção adequada com a manicure profissional. Isso quer dizer que é preciso visitar o salão a cada 20 dias, em média. Em comparação com a unha natural, a de gel é bem mais dura, permitindo dar formatos que só são possíveis em superfícies resistentes, como o stiletto ou a bailarina. Enquanto você estiver com a unha de gel, você pode remover o esmalte e aplicar outro normalmente, em casa mesmo, pois o removedor comum não estraga a aplicação. Cuidado especial Nunca retire a unha de gel em casa. São necessários removedores e lixas especiais, que só o profissional possui. Se você se arriscar sozinha, pode provocar o enfraquecimento das suas unhas, quebra e descamação. Outro cuidado é que as unhas de gel não devem ser retiradas e colocadas com frequência, pois isso também acaba danificando a unha natural. Respostas às principais dúvidas sobre alongamento de unhas A expert Rafella Coffoni esclarece os dramas mais comuns das clientes: Para quem é indicado o alongamento de unhas? “Todas as pessoas podem se submeter aos métodos, desde que estejam com as unhas naturais saudáveis. Unhas que apresentam descolamento, dor, coceira ou vermelhidão com foco infeccioso devem ser tratadas previamente. Gestantes e pessoas em tratamento médico não têm recomendação.” Depois do alongamento, o que pode ser feito e o que deve ser evitado? “Com cuidado, qualquer atividade pode ser realizada normalmente após o procedimento, como lavar a louça, praticar exercícios, digitar, pegar objetos... Apenas atividades de impacto, como jogar vôlei, por exemplo, ficam proibidas. O ideal é que, depois do alongamento, a cliente primeiro se adapta ao novo comprimento das unhas para agir sem preocupações no dia a dia. Uma dica é aprender a usar a ponta dos dedos em vez das unhas.” De quanto em quanto tempo é preciso fazer retoques? Tudo depende da técnica que foi utilizada, mas em geral é preciso voltar ao salão após 15 a 21 dias. Dê preferência para o mesmo profissional que realizou o alongamento em você. Na manutenção, o especialista vai, por exemplo, nivelar as unhas, retirando a diferença do espaço onde a unha natural cresceu, corrigir alguma imperfeição e renovar o esmalte.” Dá para mudar a cor do esmalte em casa?  “Sim, mas desde que você nunca use acetona, que descola a unha de gel. O correto é aplicar removedor de esmalte.” Quem usa alongamento de unhas pode tirar a cutícula? “É possível remover a cutícula, sim, porém sempre após o procedimento de alongamento e nunca antes.”    Gostou de saber tudo sobre alongamento de unhas? Então compartilhe com a sua rede de amigos ;) Saiba mais sobre este e outros cursos profissionalizantes do Instituto Embelleze no site www.institutoembelleze.com  
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Depilação íntima: veja como evitar riscos
Por causa do nosso clima tropical, a brasileira é a maior adepta da depilação íntima. E no mês dos namorados a procura pelo procedimento aumenta ainda mais nos centros de estética. Apesar de ser um dos procedimentos de beleza mais comuns entre os rituais femininos, a retirada dos pelos pubianos pode, sim, ocasionar complicações como manchas, alergia, pelos encravados e até foliculite (inflamação na raiz do pelo). E quando a questão é a depilação íntima completa dos pelos, a discussão é mais ampla. Uma pesquisa do Ambulatório de Estudos em Sexualidade Humana da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto (SP), entrevistou 52.787 mulheres e 17.133 homens, com idade acima de 18 anos de todas as regiões do país, e concluiu que 64,3% das mulheres e 62,2% dos homens declararam preferir a área genital feminina completamente depilada. O curioso é que a justificativa para a escolha se mostrou diferente: para elas, a higiene é o principal motivo de se verem livres dos pelos, enquanto para eles, o que pesa mais é a beleza, que, segundo a responsável pela pesquisa, é um aspecto ligado à atração. A média de idade entre os homens que responderam o questionário é de 31,9 anos, enquanto a das mulheres é de 28,5 anos. De acordo com a pesquisadora, o estudo revelou que quanto mais alta a faixa etária, menor a preferência pela depilação íntima completa e maior o gosto pela extração parcial dos pelos. Depilação íntima X saúde O estudo feito pela USP de Ribeirão Preto foi realizado pela psicóloga e especialista em sexualidade humana, Maria Luiza Sangiorgi, e apontou também a ausência de sintomas clínicos vaginais após a extração completa dos pelos na região do púbis – outra dúvida que é inevitável na hora de optar pela depilação íntima completa. Segundo a especialista, a pesquisa, inédita no país, deve abrir portas para que novos e mais complexos estudos sobre o tema sejam feitos. Ela destaca que é uma abordagem importante para a prática clínica dos médicos dessa área em relação ao aconselhamento sobre hábitos, cuidados e informações das mulheres sobre a maneira mais saudável de cuidar do órgão genital. Radicalizar ou não? A questão de fazer uma depilação íntima completa ou parcial tem dois aspectos. Por um lado, a ausência total de pelos pode representar riscos, pois deixa a vulva mais exposta e, por consequência, mais vulnerável à entrada de impurezas e proliferação de bactérias, que favorecem infecções. De outro, a retirada parcial dos pelos garante certa proteção, que é minimizar essa vulnerabilidade por ter uma função de “escudo protetor”.No estudo da USP, com relação a extensão dos sintomas clínicos, o questionário perguntou às mulheres se havia algum tipo de desconforto como coceira na vulva ou corrimento vaginal notado pelas adeptas da depilação após a extração total dos pelos. De acordo com a pesquisadora, 34,95% das participantes relataram a ausência de sintomas, 16,84% afirmaram sentir vermelhidão e outros 12,96%, a ocorrência de pelos encravados. Maria Luiza reitera que não observou que a ausência de pelos influencie na aparição de sintomas. Ela sugere que talvez a técnica usada tenha mais influência, a falta de higienização dos aparelhos, por exemplo, e possam representar algum risco para a depilação íntima, mas ela conta que não foi constatado que a ausência de pelos, em si, faça mal. Já, para a dermatologista Luciana Abbade, da Faculdade de Medicina de Botucatu, da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), os pelos têm função de proteção contra agentes nocivos externos, como produtos químicos, fungos e bactérias. “Infecções sexualmente transmissíveis como herpes genital e verrugas genitais, causadas por HPV, podem ter uma "porta de entrada" facilitada nas pessoas que se depilam totalmente, uma vez que a barreira natural está ausente. Além disso, os pelos pubianos protegem contra vulvovaginites e outras infecções cutâneas desta região”, afirma a médica. Jussara Kuyawa, instrutora do curso de Depilação Profissional e Massagem Relaxante do Instituto Embelleze, unidade Montenegro, Rio Grande do Sul (RS), desperta a atenção para a quantidade de mulheres que ainda prefere a depilação íntima tradicional, isto é, parcial, apenas cavada nas laterais. “Na maioria dos casos, pode-se dizer que oito a cada dez clientes fazem a retirada parcial dos pelos, a tradicional. Porém, a depilação personalizada artística ganha espaço em ocasiões e datas especiais como aniversário de casamento e dia dos namorados, com desenhos variados que são escolhidos conforme a intenção da data”, conta a professora.   O melhor método para evitar riscos na depilação íntima Como já foi dito, apesar de ser um procedimento muito comum entre os hábitos femininos, a depilação íntima implica em riscos como manchas, vermelhidão, irritação da pele, alergia, pelos encravados e foliculite, por isso é importante saber escolher o método com muita cautela e critério. As técnicas mais usadas em casa são a lâmina, que não retira o pelo pela raiz, o que faz o “efeito lisinho” durar no máximo de 5 a 7 dias, além dos riscos de cortar a pele; o creme depilatório, que age superficialmente com ação de dissolver o pelo; o aparelho depilatório, que na verdade é mais indicado para as pernas; e a cera fria, dolorida, porque a temperatura não favorece a retirada dos fios. Todas essas versões, a longo prazo, podem causar manchas na pele, por conta da agressão constante que provoca à epiderme. “De todas as técnicas utilizadas para a depilação íntima, a melhor e mais indicada para reduzir os riscos é a cera quente, pois o calor dilata os poros e facilita a saída dos pelos. Quando manipulada cuidadosamente, a cera quente minimiza a dor. Embora, hoje, o ideal seja utilizar as versões de ceras já fabricadas com anestésico para diminuir a possibilidade de um procedimento dolorido e desconfortável”, explica Jussara Kuyawa. “O segredo dessas ceras anestésicas é que elas aderem mais ao pelo e menos à pele, tornando o processo mais rápido e menos dolorido. Vale lembrar que a forma certa de aplicar a cera é no sentido do pelo; já para arrancar, o certo é puxar no sentido contrário do nascimento dos fios”, ressalta a especialista. E é expressamente proibido reutilizar a cera para uma nova depilação porque a temperatura em que ela é manipulada não é suficiente para inibir possíveis bactérias e o risco de uma infecção é alto. A utilização da cera para a retirada dos pelos tem ainda outras vantagens como deixar a pele lisinha, depois que passa o efeito do descolamento do produto; é um processo rápido, pois retira uma grande quantidade de pelos de uma só vez; é um ciclo em que o pelo demora mais para crescer já que os fios são arrancados pela raiz; em longo prazo a tendência é ocorrer a diminuição do crescimento e da espessura do pelo, cujo bulbo (poro onde nasce o pelo) com o tempo sofre grande desgaste e acaba perdendo a força. Depilação íntima sem dor Não tem jeito, para muitas mulheres depilação íntima ainda é sinônimo de dor, sofrimento e sacrifício. E parece que por mais que a indústria se empenhe na solução do problema (uma evolução na fórmula da cera aqui, uma nova tecnologia ali, um anestésico acolá), deitar na maca da esteticista ainda significa um drama para muita gente. Mas a boa notícia é que alguns truques caseiros feitos antes e depois do procedimento podem ser grandes aliados contra esse desconforto. Confira: 1 Dois ou três dias antes de se submeter à depilação íntima faça uma esfoliação na região: você pode usar um esfoliante ou aplicar um sabonete líquido suave com um pouquinho de bicarbonato. Basta fazer movimentos circulares leves, bem concentrados na raiz dos pelos. Deixe também por alguns segundos um jato de água quente direcionado na área, isso ajuda a deixar o bulbo mais relaxado facilitando a retirada dos pelos. 2 Hidrate a pele diariamente para que ela fique mais elástica e facilite a aplicação e retirada da cera, minimizando a dor. 3 A aplicação de gelo na região dolorida após a depilação funciona como anestésico inibindo a dor, mas atenção: o truque não deve ser usado antes da depilação porque a temperatura baixa tende a fechar os poros, o que torna a retirada dos pelos ainda mais dolorida. 4 Para quem sente muita dor, é melhor não se depilar no período pré-menstrual e nem durante o período menstrual porque a sensibilidade da pele aumenta. 5 O uso de pomadas anestésicas antes da depilação pode comprometer a aderência da cera e em alguns casos causar alergias e irritações na pele. Há que ter cautela para adotar essa alternativa, mas uma boa conversa com a depiladora pode ser útil. Cada um tem uma reação e resistência, pode ser que funcione para algumas pessoas.   Depilação íntima sem irritação A dor não é o único incômodo que uma depilação pode causar na pele, sobretudo na região pubiana, que é mais sensível e fica coberta praticamente 24 horas por dia, favorecendo a transpiração e a proliferação de bactérias. O quadro se torna ainda mais complicado se pensarmos que é um procedimento regular, feito com frequência, o que reduz e torna mais difícil o tempo para recuperação da pele. Por tudo isso, bom mesmo é prevenir qualquer tipo de irritação, desde uma simples descamação da pele, por reação a algum composto da cera ou creme depilatório, até um pelo encravado (que pode inflamar) ou uma foliculite. De certa forma, a encrenca pode ser evitada com cuidados simples, feitos em casa antes e depois da depilação. Veja a seguir, algumas dicas que selecionamos para você fugir desse problema. Para evitar riscos na depilação íntima, antes de ir para o procedimento lave a região ou higienize com loções pré-depilatórias. Manter a área bem limpa afasta a possibilidade de fungos e bactérias. A dica da esfoliação da região três dias antes para facilitar a retirada dos pelos e evitar a dor, é indicada aqui também com outra finalidade igualmente útil: ajudar a eliminar as impurezas dos poros e soltar possíveis pelos encravados. Como a pele depilada fica mais vulnerável, principalmente a de quem remove 100% dos pelos, é bom evitar se expor ao sol, sal do mar ou cloro da piscina antes de 24 horas após o procedimento. Caso a região esteja com alguma irritação ou sensibilidade, não submeta a área à depilação, espere alguns dias ou semanas para que a pele fique completamente curada, caso contrário o quadro pode se agravar. Após a depilação íntima evite aplicar produtos à base de álcool ou muito oleosos (aliás, hidratantes logo após a depilação não são indicados, pois podem entupir os poros). O ideal é utilizar fórmulas calmantes como aloe vera, água termal e água boricada ou fazer compressas de chá de camomila. Regra de ouro: se for possível, deixe a área bem arejada após o procedimento para a pele poder respirar. Você deve pensar nisso quando for marcar o horário da depilação. Após o procedimento, evite roupas apertadas e com tecidos sintéticos. Fórmulas de ceras e cremes depilatórios hipoalergênicos não são garantia de um pós-procedimento tranquilo. Essas versões também podem causar reações na pele.   Animada para se capacitar e ser uma depiladora profissional? No curso do Instituto Embelleze você aprende diferentes técnicas para realizar a epilação corporal, respeitando as normas de biossegurança e atendendo às exigências da fiscalização sanitária. O conhecimento aprimorado passa por assuntos específicos, como: fisioanatomia da pele e dos pelos, equipamentos e produtos, ambiente de trabalho, produtos cosméticos, procedimentos de epilação, ética profissional, e como conquistar os primeiros clientes. O profissional depilador formado pelo Instituto Embelleze é capaz de aplicar diferentes técnicas de depilação e estará apto a oferecer ao cliente um serviço de qualidade, seguro e ético.    
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