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Fotos: Shutterstock

Por que fazer o curso de designer de cílios

Com salário atraente, o mercado para designer de cílios está aquecidíssimo. Além da extensão fio a fio, o profissional ainda pode atuar com lifting e coloração de cílios. Informe-se sobre o curso agora!

A partir da fusão de métodos consagrados, o curso Designer de Cílios, do Instituto Embelleze, capacita o aluno para a realização da técnica mais procurada do mercado de extensão de cílios: o clássico fio a fio. E não é só: ainda aprende a dominar a técnica de Lifting e Coloração de Cílios, incluindo todos os assuntos correlatos, como a história dessa prática, a anatomia dos olhos, saúde ocular, biossegurança, design, proporções e mapping e aplicação e cuidados pós-procedimento. Tudo o que é necessário para a formação completa do futuro especialista, tornando-o um profissional competitivo no mundo da beleza.

designer de cílios antes e depois
Mercado de designer de cílios em expansão

“A área de trabalho com extensão de cílios está aquecidíssima! O Brasil só perde para o Japão e os Estados Unidos, que são líderes no segmento. Porém, há uma deficiência muito grande para profissionais qualificados. Existem muitos curiosos entrando na área, sem o mínimo de conhecimento, e colocando a saúde das clientes em risco. Isso significa que quem tiver a qualificação necessária e trabalhar corretamente se destacará nesse mercado. Acredito que, em pouco tempo o trabalho de um extensionista se equipará ao de manicure, no sentido da necessidade dos salões precisarem de um profissional especializado. Quando bem realizado, esse trabalho fideliza a cliente e gera uma renda bastante considerável. Vale lembrar que o investimento inicial não é muito elevado e o ganho real é alto”, afirma Daniele Carlim, coordenadora pedagógica do Instituto Embelleze Interlagos (SP).
A expert dá um exemplo: “Fazendo um investimento inicial para pagar o curso de designer de cílios e alguns materiais, em torno de R$ 3 mil, com 30 atendimentos, cobrando um valor mínimo de R$ 100 (que está bem abaixo do que é praticado no mercado), o aluno já cobre o investimento inicial e, a partir do segundo mês de trabalho, já conseguirá lucrar” .
Ainda segundo Daniele Carlim, uma extensionista com certa habilidade consegue obter, em um mês de trabalho, considerando de segunda à sexta-feira e uma jornada de 8 horas por dia, um faturamento de R$ 7.800. “Descontando todos os custos do trabalho, facilmente ela conseguirá uma renda mensal de R$ 4.500.”

Daniele diz que a melhor dica que ela pode dar para quem já fez o curso de designer de cílios, é a persistência! O profissional deve treinar diariamente. “Não é um trabalho difícil, só exige um pouco mais de treino. Foco no objetivo e treino!”, ressalta ela.

 designer de cílios profissão

Áreas de atuação para o designer de cílios

O designer de cílios pode trabalhar como autônomo, abrindo o próprio espaço de beleza, ou atuar como especialista em salões de beleza e clínicas de estética, onde terá ao seu dispor toda infraestrutura necessária. Ainda há a possibilidade de trabalhar em domicílio, atendendo clientes com tratamento individual e diferenciado.
Algumas dicas para quem quer se profissionalizar e fazer a diferença no mercado de designer de cílios:

  • Não use materiais de procedência duvidosa. Trabalhe com marcas consagradas e apropriadas para o método.
  • Trabalhe sempre com calma, atenção e carinho. Quanto mais dedicado você for, mais satisfeita a sua cliente ficará.
  • Nunca comece a fazer uma extensão de cílios, por exemplo, sem antes ouvir os desejos da sua cliente e avaliar o que mais se adequa aos olhos e ao tipo físico dela. Ser um bom ouvinte é uma regra de ouro para transmitir credibilidade e segurança à cliente.
  • Explicar o procedimento para a cliente antes de começar é fundamental, assim ela vai ficar confortável e se sentir confiante em todas as etapas.
  • Para saber detalhes sobre como é feita a extensão de cílios fio a fio, para quem é indicada e os cuidados, clique aqui.



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Profissão manicure: crescimento do setor oferece mais empregos
De acordo com uma pesquisa realizada pelo Euromonitor, no Brasil há mais de 1 milhão de salões de beleza, nos quais os atendimentos de manicure só perdem para os de cabelereiro. Uma excelente chance para quem quer se capacitar, seguir a profissão manicure e fazer crescer a renda mensal, não é mesmo? Em média, uma manicure consegue tirar R$ 3 mil por mês — em finais de ano, o valor pode dobrar! Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal Perfumaria e Cosméticos (Abipehc), o Brasil já é o segundo país do mundo no mercado de esmaltes. E a expectativa, de acordo com um relatório da Mintel, é que neste ano de 2019 o segmento tenha um crescimento de 5,9%, alcançando R$ 7,68 bilhões em vendas. O cenário positivo é uma ótima oportunidade para quem deseja apostar na profissão de manicure para ingressar — ou voltar — ao mercado de trabalho. Em 15 anos, o Instituto Embelleze, rede de franquias de cursos profissionalizantes na área da beleza, formou quase 200 mil alunos nos cursos de Manicure e Pedicure, Alongamento de Unhas e Unhas Artísticas. “Trata-se de uma carreira que está retornando com força total ao mercado, aumentando cada vez mais a procura por profissionais qualificados”, afirma o gerente de marketing da rede, Eduardo Costa. Para Eduardo, a profissão ganhou espaço e reconhecimento na área da beleza devido à segmentação do setor, que foi promovida pelas esmalterias e serviços de nail care at home (cuidados com as unhas em domicílio). Foi apostando nisso que Raquel Lima, 24 anos, decidiu investir na área. Após ter que largar o emprego de vendedora por não ter com quem deixar o filho pequeno, a jovem decidiu se matricular no curso de Manicure e Pedicure, do Instituto Embelleze, para trabalhar por conta e assim dar mais atenção para sua família. “Eu tinha uma rotina muito cansativa, quase não via meu filho. Apesar de sempre gostar de fazer unhas, nunca havia pensando em trabalhar na área. Minha mãe me incentivou, eu me matriculei no curso e foi uma verdadeira surpresa”, conta a estudante. Em apenas um mês e meio de curso, Raquel já conseguiu abrir uma esmalteria, possui uma funcionária, uma agenda lotada e uma renda surpreendente para quem está começando o próprio negócio. “Em 3 semanas eu já tirei 50% do que que ganhava no antigo emprego. Mas a esmalteria está crescendo muito rápido, então acredito que em menos de um ano minha renda aumentará bastante”, afirma.   De volta ao mercado de trabalho A crise que há tempos se estabeleceu no país resultou no aumento de desempregados e em uma dificuldade enorme dos mesmos para voltar ao mercado de trabalho. Mas se muitas profissões estão fechando portas, a área de beleza tem renovado a esperança de muita gente. Foi assim para Francisca Alves de Assunção, 48 anos, que trabalhou durante anos em uma multinacional francesa e se viu desempregada do dia para noite. Sem conseguir se recolocar e com uma filha de 13 anos para sustentar, Francisca buscou uma oportunidade para garantir renda ao final do mês. Começou com o curso de extensão de cílios, mas ao notar que apenas ele não seria suficiente para se manter financeiramente, se matriculou em mais três: designer de sobrancelha, depilação e manicure e pedicure. Finalizou o primeiro, ainda cursa os demais, no entanto já consegue fazer atendimentos em casa. “Sempre achei a área da beleza extremamente promissora. Quando fiquei desempregada não pensei duas vezes. Hoje eu já faço atendimentos em casa e consigo tirar o dinheiro para bancar as contas e o sustento da minha filha”, afirma. Outro caso é o da assistente de eventos Christiane de Lima, 41 anos, que perdeu o emprego e não conseguiu mais voltar para a área de atuação. Formada no curso de manicure e pedicure há 4 meses, já realiza diversos atendimentos em casa e consegue garantir com a profissão manicure praticamente o mesmo salário de antigamente. “É um negócio bastante recente, mas observando a quantidade de atendimentos que estou realizando acredito que a minha renda deverá ser muito maior este ano. Ultrapassando, até mesmo, o meu antigo salário”, conta. Os homens estão invadindo o setor Dominada pelas mulheres, a profissão manicure tem ganhado cada vez mais adeptos do sexo masculino. Somente no Instituto Embelleze já são mais de 1.100 alunos homens nos cursos que envolvem a estética das unhas, entre ativos e formandos. “É um número tímido, se comparado com a quantidade de mulheres que buscam os cursos, mas é possível observar uma tendência que está crescendo bastante”, conta Eduardo Costa. Eduardo Nicolau, 33 anos, se profissionalizou na área de manicure após a mãe ficar doente e não conseguir mais cuidar das próprias unhas. “Minha mãe sempre foi vaidosa e tinha um cuidado muito grande com as unhas. Quando ela ficou doente e não pôde mais fazê-las sozinha, então decidi me especializar nessa área para ajudá-la”, relata. O auxílio virou profissão e, hoje, além de realizar atendimentos no estilo nail care at home, Eduardo Nicolau ministra aulas do curso de Alongamento de Unhas na unidade do Instituto Embelleze do Ipiranga, localizada em São Paulo. De acordo com o profissional, o manicuro sai em vantagem na hora de conquistar as clientes. “Quando as clientes percebem que será um homem que irá fazer suas unhas, de início rola uma certa estranheza. Mas logo afirmam que os homens fazem melhor e com mais cuidado. Tenho diversas clientes fidelizadas e que estão sempre me indicando para as amigas”, afirma. Eduardo Nicolau conta que a renda de um profissional da área pode variar bastante, de acordo com a região de atendimento. Mas, em média, um profissional especializado em alongamento de unhas, por exemplo, consegue tirar R$ 3 mil por mês. “As pessoas investem em beleza, mesmo em tempos de crise. Tenho alunas que apesar de residirem em comunidades carentes cobram R$ 180 por alongamento e conseguem uma boa renda mensal”, exemplifica. Apostando alto no setor, ele pretende expandir os atendimentos para além dos domicílios e ter o próprio salão de beleza. “Esse mercado é bastante promissor e abre muitas portas para quem deseja investir. Este ano pretendo abrir um salão que tenha um pouco de tudo, desde cabelo até maquiagem. E, no mesmo local, pretendo investir em um espaço somente para as unhas”, finaliza.   Animada para investir na área de beleza? Encontre uma escola do Instituto Embelleze mais perto de você e transforme também a sua vida! 
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DEPILAÇÃO PROFISSIONAL
A depilação profissional não para de crescer. De acordo com pesquisas recentes, 93,1% das mulheres brasileiras fazem depilação. Dessas, 46,9% realizam o procedimento todo mês e 43,6% depilam duas ou mais vezes ao mês (*). Como resultado, no Brasil, o serviço de depilação foi um dos que mais cresceu no setor da beleza. Prova disso é a expansão de salões especializados nesse serviço e o aumento da procura por cursos profissionalizantes. O hábito de se depilar é antigo, já existia no Egito, na Grécia Antiga, na cultura dos índios xavantes, entre outros povos. De lá pra cá, muita coisa mudou, mas você precisa saber que a depilação não se resume às técnicas com cera quente ou fria. As mudanças e inovações no setor da estética têm exigido profissionais mais treinados e atualizados. Para se destacar, é preciso estar antenado às tendências. Para Bruna Peresin, do Instituto Embelleze, vale destacar que as profissionais agora trabalham com as técnicas de depilação com linha egípcia e oferecem serviços diferenciados, como: tratamento de foliculite, clareamento de pelos, clareamento de manchas em áreas depiladas, esfoliação, depilação masculina, depilação esportiva, entre outras oportunidades. “É uma das melhores áreas para investir. Para ter um bom faturamento, o profissional de depilação deve garantir a qualidade do serviço oferecido ao cliente, conhecer as técnicas e os produtos disponíveis no mercado, atuar com biossegurança e ética profissional”, diz, lembrando que um curso completo de depilação abrange não apenas a prática, mas também o estudo de fisioanatomia da pele e dos pelos, noções de dermatologia, biossegurança, cosmetologia, etc. O profissional formado em depilação pode atuar em salões de beleza, clínicas de estética, em domicílio ou montar o próprio negócio. *Estudo universitário publicado: “Hábitos e costumes de mulheres universitárias quanto ao uso de roupas íntimas, adornos genitais, depilação e práticas sexuais”.
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