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Por que fazer o curso de designer de cílios

Com salário atraente, o mercado para designer de cílios está aquecidíssimo. Além da extensão fio a fio, o profissional ainda pode atuar com lifting e coloração de cílios. Informe-se sobre o curso agora!

A partir da fusão de métodos consagrados, o curso Designer de Cílios, do Instituto Embelleze, capacita o aluno para a realização da técnica mais procurada do mercado de extensão de cílios: o clássico fio a fio. E não é só: ainda aprende a dominar a técnica de Lifting e Coloração de Cílios, incluindo todos os assuntos correlatos, como a história dessa prática, a anatomia dos olhos, saúde ocular, biossegurança, design, proporções e mapping e aplicação e cuidados pós-procedimento. Tudo o que é necessário para a formação completa do futuro especialista, tornando-o um profissional competitivo no mundo da beleza.

designer de cílios antes e depois
Mercado de designer de cílios em expansão

“A área de trabalho com extensão de cílios está aquecidíssima! O Brasil só perde para o Japão e os Estados Unidos, que são líderes no segmento. Porém, há uma deficiência muito grande para profissionais qualificados. Existem muitos curiosos entrando na área, sem o mínimo de conhecimento, e colocando a saúde das clientes em risco. Isso significa que quem tiver a qualificação necessária e trabalhar corretamente se destacará nesse mercado. Acredito que, em pouco tempo o trabalho de um extensionista se equipará ao de manicure, no sentido da necessidade dos salões precisarem de um profissional especializado. Quando bem realizado, esse trabalho fideliza a cliente e gera uma renda bastante considerável. Vale lembrar que o investimento inicial não é muito elevado e o ganho real é alto”, afirma Daniele Carlim, coordenadora pedagógica do Instituto Embelleze Interlagos (SP).
A expert dá um exemplo: “Fazendo um investimento inicial para pagar o curso de designer de cílios e alguns materiais, em torno de R$ 3 mil, com 30 atendimentos, cobrando um valor mínimo de R$ 100 (que está bem abaixo do que é praticado no mercado), o aluno já cobre o investimento inicial e, a partir do segundo mês de trabalho, já conseguirá lucrar” .
Ainda segundo Daniele Carlim, uma extensionista com certa habilidade consegue obter, em um mês de trabalho, considerando de segunda à sexta-feira e uma jornada de 8 horas por dia, um faturamento de R$ 7.800. “Descontando todos os custos do trabalho, facilmente ela conseguirá uma renda mensal de R$ 4.500.”

Daniele diz que a melhor dica que ela pode dar para quem já fez o curso de designer de cílios, é a persistência! O profissional deve treinar diariamente. “Não é um trabalho difícil, só exige um pouco mais de treino. Foco no objetivo e treino!”, ressalta ela.

 designer de cílios profissão

Áreas de atuação para o designer de cílios

O designer de cílios pode trabalhar como autônomo, abrindo o próprio espaço de beleza, ou atuar como especialista em salões de beleza e clínicas de estética, onde terá ao seu dispor toda infraestrutura necessária. Ainda há a possibilidade de trabalhar em domicílio, atendendo clientes com tratamento individual e diferenciado.
Algumas dicas para quem quer se profissionalizar e fazer a diferença no mercado de designer de cílios:

  • Não use materiais de procedência duvidosa. Trabalhe com marcas consagradas e apropriadas para o método.
  • Trabalhe sempre com calma, atenção e carinho. Quanto mais dedicado você for, mais satisfeita a sua cliente ficará.
  • Nunca comece a fazer uma extensão de cílios, por exemplo, sem antes ouvir os desejos da sua cliente e avaliar o que mais se adequa aos olhos e ao tipo físico dela. Ser um bom ouvinte é uma regra de ouro para transmitir credibilidade e segurança à cliente.
  • Explicar o procedimento para a cliente antes de começar é fundamental, assim ela vai ficar confortável e se sentir confiante em todas as etapas.
  • Para saber detalhes sobre como é feita a extensão de cílios fio a fio, para quem é indicada e os cuidados, clique aqui.



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Manter um freguês fiel hoje em dia é um desafio, não só nos grandes centros urbanos como nas pequenas cidades do interior. Ao contrário do que muitos imaginam, um luminoso na fachada ou o anúncio de um profissional de prestígio recém-chegado ao time não são suficientes para fixar a imagem do salão na memória das pessoas. É preciso ir muito além... A fidelização não depende só do campo de sonho que você cria para mantê-lo em seus domínios, mas também da habilidade do concorrente em incentivá-lo a pula a cerca, a fim de conferir as novidades. O verdadeiro marketing se faz de fora para dentro da empresa. Erra quem pensa que tem o consumidor nas mãos apenas por guardar uma ficha completa com os seus dados. Mais do que telefone e endereço, é importante conhecer os hábitos de cada cliente e o que mais o motiva. O processo é semelhante a um namoro: você precisa saber claramente se quer ficar com a pessoa por um fim de semana ou namorá-la de verdade. 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Então, comece a colocar em prática essas dicas agora mesmo! 1 –Crie uma identidade para o seu negócio: assim o seu salão não será confundido com o do concorrente da esquina. O trabalho envolve desde a escolha do nome do estabelecimento, o desenvolvimento do logotipo, a criação do cartão de visita até a apresentação nos canais de divulgação (site, redes sociais, panfletos, anúncios). Mas lembre-se: de nada adianta um visual bem alinhado se o conteúdo não corresponde. 2- Estude o seu público: qual a faixa etária das pessoas que procuram seu salão? Como elas se comportam, quais são seus gostos e preferências? Quais os hábitos de consumo desse público? Qual o comportamento de compra desses clientes? Quanto se dispõem a investir em serviços de salão de beleza? Quais serviços mais consomem? 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Receba seu cliente na porta dando as boas-vindas com gentileza, sempre perguntando como ele está antes de iniciar uma conversa. O sorriso é essencial para transmitir confiança e simpatia. Sempre que possível, não deixe seu cliente esperando. Se tiver qualquer imprevisto, comunique imediatamente a previsão para atendimento e desculpe-se pelo ocorrido. Observe o perfil do cliente para saber se ele está aberto a conversas ou se prefere um tratamento mais cordial. O silêncio também significa respeito! Sempre pergunte o que a pessoa deseja antes de iniciar o serviço. Questione como prefere o corte, por exemplo, se tem referências ou se deseja uma nova sugestão. Evite termos técnicos, a melhor linguagem é aquela que o cliente entende. É preciso dar exemplos para que ele compreenda como determinado procedimento funciona. Fale sempre a verdade! Não omita valores dos serviços ou indique técnicas que não são adequadas ao cabelo, unhas, barba ou pele do cliente. 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5 atitudes da mulher empreendedora
A natureza das mulheres, em geral, é otimista, guerreira e perseverante. Porém, profissionalmente, quando o negócio depende de outros fatores, ainda há alguns pontos em que a mulher empreendedora pode esbarrar (e se enroscar, mas nada que ela não resolva!). Um deles é a conquista do capital inicial, em muitos casos, fundamental para a o início do negócio. “Hoje a mulher tem menos acesso a linhas de crédito. Isso é um fato. A boa notícia é que está surgindo um pequeno movimento de mudança nesse sentido. Começam a nascer linhas de crédito especialmente para mulheres! O problema é que é um processo de mercado que está engatinhando, muito tímido ainda”, esclarece Marcela Quiroga, fundadora do canal Mulheres nas Vendas e diretora de expansão da Rede Mulher Empreendedora, de São Paulo, que tem em sua base 500 mil mulheres que contam com apoio e incentivo no que tange conteúdo, capacitação e consultoria de negócios. Ousadia X Cautela Comparada ao homem, a mulher é menos ousada, arrisca menos. Ela faz as coisas acontecerem de forma mais lenta. O homem é menos ponderado: ele vai lá e coloca seu projeto no mercado de uma vez. E se tiver rejeição, já muda tudo e parte pra outra. Isso mostra que, por um lado, o homem é ousado, mas por outro, inconsequente. Mas o fato é que, ao se arriscar, ele aumenta as chances de o negócio dar certo, uma vez que o “não” para o sucesso ele já tem! A mulher empreendedora é cautelosa e quando se sente segura é do tipo que vai lá e faz! Não vê barreiras e quase nada pode brecar seu sonho de um negócio próprio. A mola propulsora que está por trás desse desejo é muita vontade de por a mão na massa e ver a coisa se concretizar através da satisfação dos clientes. Pronto, tá feito o ciclo de sucesso. Uma rede do bem Quando a mulher empreendedora vê o seu negócio ir pra frente ela gera riqueza para o entorno, não só para a sua família. Se ela abre uma esmalteria, por exemplo, e começa a crescer, ela já traz outra manicure, uma assistente e, assim, sucessivamente, à medida que o serviço aumenta. Ela impacta a própria família e a família das suas parceiras com boas condições de trabalho e, por consequência, uma melhor qualidade de vida. Outra vantagem da mulher é a flexibilidade de horário.  Ela consegue se desdobrar em dez, acompanhar processos cruciais do negócio, fazer tudo o que é necessário no trabalho, gerenciar, por a mão na massa... Sem deixar de ir à reunião do filho na escola ou cuidar do outro filho que está doente. Em poucas palavras: ela não deixa a peteca cair, em casa e nem na empresa. 5 atitudes da mulher empreendedora Ficou animada para abrir o próprio negócio? A seguir, listamos as cinco atitudes de sucesso da mulher empreendedora. Confira e vá longe! 1 Ter uma solução para o cliente Todo mundo tem algum tipo de necessidade. Portanto, pense o seguinte: “o meu papel no mercado é oferecer a solução para uma determinada carência”. Porque se não for a solução, não existe negócio, ok? A ideia é identificar sua habilidade, olhar o que você sabe fazer e se jogar. E ter uma clara certeza em relação ao que você irá oferecer: trazer o quê e para quem? A chave é identificar potenciais clientes que precisem do seu produto. É um caminho de formiguinha, porque nada cai do céu. Saiba que isso vai levar tempo, mas nem pensar em desanimar! Afinal, você é uma mulher empreendedora. 2 Não viver de suposições Uma vez identificada uma necessidade no mercado, é necessário validá-la e não ficar adivinhando como seria essa dinâmica na vida real. Ouvir potenciais clientes (pessoas que têm o perfil consumidor de seu produto ou serviço), ir para a rua, pesquisar, testar, confirmar nichos, falar com pessoas para saber o que elas esperam, como esperam etc. “Inicialmente, dá até para supor algumas coisas e, a partir daí, fazer a pesquisa. Mas é preciso ir para a rua e validar isso. Sentir a necessidade de perto e confirmá-la. Embora essa validação não elimine um possível erro, ela é superimportante, porque certamente leva a mulher empreendedora a errar menos, dá um direcionamento mais assertivo”, pontua Marcela Quiroga. O mote é: cada vez mais se conectar mais com as pessoas e procurar saber o que elas pensam. 3 Ser cautelosa, sim, mas inerte jamais! Falando da posição da mulher, vimos que ainda há uma barreira quando o assunto é conseguir linhas de crédito, por exemplo. No entanto, a mulher empreendedora precisa dar algum jeito. Ela não pode esperar demais para ter o recurso para só então começar o negócio. É preciso se arriscar nem que for o mínimo possível, desde que com bom senso e responsabilidade, claro. Mas parada não dá para ficar. A saída é conseguir, de alguma forma, um capital inicial e ter extremo cuidado com o fluxo de caixa (para não perder o controle dos gastos). O primeiro passo, já que os bancos não parecem tão amigáveis com a mulher empreendedora, é fazer um empréstimo com algum familiar ou pessoa próxima e, assim, dar o start no negócio. 4 Não confundir amizade com sociedade É fundamental muito cuidado na hora de escolher os sócios. Muitas amizades são desfeitas por uma sociedade mal estruturada. É bom pensar que o parceiro ideal não é, necessariamente, aquele que tem o melhor perfil complementar ao seu. Também não ser aquele grande amigo, considerando a afinidade e cumplicidade que existe entre vocês. Essa escolha é uma das mais complicadas quando se pensa em sociedade. São muitas coisas envolvidas, às vezes falta dinheiro, existem riscos, os desejos e as ousadias de cada um têm graus diferentes, assim como a ganância, que tem relação direta com o preço final do produto ou serviço. Portanto, os pensamentos e a postura de cada um dos sócios devem estar muito bem alinhados. Um amigo na hora de uma decisão delicada pode até atrapalhar por ter um ponto de vista diferente do seu. Aí, tenha certeza, o resultado é perder o amigo. Ou, por tudo a perder na empresa. 5 Investir em capacitação constante A última e não menos importante atitude da mulher empreendedora é investir em educação profissionalizante. Ser dona de um salão de beleza ou uma barbearia bombando não é sinal de que a batalha está vencida e não há mais nada a aprender. Sempre há! Se dedicar a obter mais conhecimento e técnica, por meio de cursos e treinamentos, não é gasto e, sim, investimento! Nenhum sucesso é suficiente para a equipe se dar ao luxo de parar de aprender. “Os conhecimentos técnicos inovadores do negócio, que abrangem a atividade em si oferecida no dia a dia ao cliente, como os cuidados com o barbear perfeito ou como tratar as unhas antes esmaltar, são essenciais. Mas dominar a parte administrativa, acompanhar tendências, analisar a concorrência e entender como está a exigência do consumidor, são de extrema importância para garantir que o seu negócio tenha um diferencial em relação aos demais”, explica Marcela Quiroga. São detalhes fundamentais, do tipo: como você pode ter mais eficácia na sua gestão de tempo, como encantar e fidelizar clientes etc. A mulher empreendedora ter que ter em mente que esse é um universo com uma fonte inesgotável de conhecimento e estratégias, que requer constante atualização por meio de cursos e treinamentos. “Os salões de beleza são, por natureza, um tipo de serviço que tem diversas oportunidades de entender a dinâmica dos clientes e descobrir suas necessidades. A relação é direta. Dá para fazer promoções, entregar produtos e tecnologias novas, capacitar profissionais. Ainda mais nessa área, em que a concorrência é altíssima. Então, vale ressaltar que nesse tipo de comércio, assim como nas barbearias, espaços de depilação e esmalterias, existe um trunfo que é o contato direto com o cliente, onde é possível trabalhar constantemente a confiança e o relacionamento”, destaca a especialista em empreendedorismo. E a partir daí trabalhar a capacitação dos profissionais. “A matemática é simples: vale a pena perder um cliente por 60 reais de diferença em um serviço que o salão ao lado está entregando, com um preço mais em conta, ou é mais produtivo manter o valor mais alto e deixar de fidelizar esse cliente?”, questiona Marcela. A resposta? A mulher empreendedora tira de letra.   Inspire-se em histórias de empreendedorismo de sucesso de ex-alunos dos cursos do Instituto Embelleze. Depois de aprenderem uma profissão na área de beleza e de acreditarem em seus potenciais, eles entraram para o mercado e, hoje, são donos dos próprios negócios.  
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