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5 atitudes da mulher empreendedora

Conheça o ciclo de sucesso da mulher empreendedora e aprenda a se tornar dona do próprio negócio para transformar o seu futuro para melhor!

A natureza das mulheres, em geral, é otimista, guerreira e perseverante. Porém, profissionalmente, quando o negócio depende de outros fatores, ainda há alguns pontos em que a mulher empreendedora pode esbarrar (e se enroscar, mas nada que ela não resolva!). Um deles é a conquista do capital inicial, em muitos casos, fundamental para a o início do negócio. “Hoje a mulher tem menos acesso a linhas de crédito. Isso é um fato. A boa notícia é que está surgindo um pequeno movimento de mudança nesse sentido. Começam a nascer linhas de crédito especialmente para mulheres! O problema é que é um processo de mercado que está engatinhando, muito tímido ainda”, esclarece Marcela Quiroga, fundadora do canal Mulheres nas Vendas e diretora de expansão da Rede Mulher Empreendedora, de São Paulo, que tem em sua base 500 mil mulheres que contam com apoio e incentivo no que tange conteúdo, capacitação e consultoria de negócios.

Ousadia X Cautela

Comparada ao homem, a mulher é menos ousada, arrisca menos. Ela faz as coisas acontecerem de forma mais lenta. O homem é menos ponderado: ele vai lá e coloca seu projeto no mercado de uma vez. E se tiver rejeição, já muda tudo e parte pra outra. Isso mostra que, por um lado, o homem é ousado, mas por outro, inconsequente. Mas o fato é que, ao se arriscar, ele aumenta as chances de o negócio dar certo, uma vez que o “não” para o sucesso ele já tem!

A mulher empreendedora é cautelosa e quando se sente segura é do tipo que vai lá e faz! Não vê barreiras e quase nada pode brecar seu sonho de um negócio próprio. A mola propulsora que está por trás desse desejo é muita vontade de por a mão na massa e ver a coisa se concretizar através da satisfação dos clientes. Pronto, tá feito o ciclo de sucesso.

Uma rede do bem

Quando a mulher empreendedora vê o seu negócio ir pra frente ela gera riqueza para o entorno, não só para a sua família. Se ela abre uma esmalteria, por exemplo, e começa a crescer, ela já traz outra manicure, uma assistente e, assim, sucessivamente, à medida que o serviço aumenta. Ela impacta a própria família e a família das suas parceiras com boas condições de trabalho e, por consequência, uma melhor qualidade de vida.

Outra vantagem da mulher é a flexibilidade de horário.  Ela consegue se desdobrar em dez, acompanhar processos cruciais do negócio, fazer tudo o que é necessário no trabalho, gerenciar, por a mão na massa... Sem deixar de ir à reunião do filho na escola ou cuidar do outro filho que está doente. Em poucas palavras: ela não deixa a peteca cair, em casa e nem na empresa.

atitudes da mulher empreendedora

5 atitudes da mulher empreendedora

Ficou animada para abrir o próprio negócio? A seguir, listamos as cinco atitudes de sucesso da mulher empreendedora. Confira e vá longe!

1 Ter uma solução para o cliente

Todo mundo tem algum tipo de necessidade. Portanto, pense o seguinte: “o meu papel no mercado é oferecer a solução para uma determinada carência”. Porque se não for a solução, não existe negócio, ok? A ideia é identificar sua habilidade, olhar o que você sabe fazer e se jogar. E ter uma clara certeza em relação ao que você irá oferecer: trazer o quê e para quem? A chave é identificar potenciais clientes que precisem do seu produto. É um caminho de formiguinha, porque nada cai do céu. Saiba que isso vai levar tempo, mas nem pensar em desanimar! Afinal, você é uma mulher empreendedora.

2 Não viver de suposições

Uma vez identificada uma necessidade no mercado, é necessário validá-la e não ficar adivinhando como seria essa dinâmica na vida real. Ouvir potenciais clientes (pessoas que têm o perfil consumidor de seu produto ou serviço), ir para a rua, pesquisar, testar, confirmar nichos, falar com pessoas para saber o que elas esperam, como esperam etc. “Inicialmente, dá até para supor algumas coisas e, a partir daí, fazer a pesquisa. Mas é preciso ir para a rua e validar isso. Sentir a necessidade de perto e confirmá-la. Embora essa validação não elimine um possível erro, ela é superimportante, porque certamente leva a mulher empreendedora a errar menos, dá um direcionamento mais assertivo”, pontua Marcela Quiroga. O mote é: cada vez mais se conectar mais com as pessoas e procurar saber o que elas pensam.

3 Ser cautelosa, sim, mas inerte jamais!

Falando da posição da mulher, vimos que ainda há uma barreira quando o assunto é conseguir linhas de crédito, por exemplo. No entanto, a mulher empreendedora precisa dar algum jeito. Ela não pode esperar demais para ter o recurso para só então começar o negócio. É preciso se arriscar nem que for o mínimo possível, desde que com bom senso e responsabilidade, claro. Mas parada não dá para ficar. A saída é conseguir, de alguma forma, um capital inicial e ter extremo cuidado com o fluxo de caixa (para não perder o controle dos gastos). O primeiro passo, já que os bancos não parecem tão amigáveis com a mulher empreendedora, é fazer um empréstimo com algum familiar ou pessoa próxima e, assim, dar o start no negócio.

4 Não confundir amizade com sociedade

É fundamental muito cuidado na hora de escolher os sócios. Muitas amizades são desfeitas por uma sociedade mal estruturada. É bom pensar que o parceiro ideal não é, necessariamente, aquele que tem o melhor perfil complementar ao seu. Também não ser aquele grande amigo, considerando a afinidade e cumplicidade que existe entre vocês. Essa escolha é uma das mais complicadas quando se pensa em sociedade. São muitas coisas envolvidas, às vezes falta dinheiro, existem riscos, os desejos e as ousadias de cada um têm graus diferentes, assim como a ganância, que tem relação direta com o preço final do produto ou serviço. Portanto, os pensamentos e a postura de cada um dos sócios devem estar muito bem alinhados. Um amigo na hora de uma decisão delicada pode até atrapalhar por ter um ponto de vista diferente do seu. Aí, tenha certeza, o resultado é perder o amigo. Ou, por tudo a perder na empresa.

5 Investir em capacitação constante

A última e não menos importante atitude da mulher empreendedora é investir em educação profissionalizante. Ser dona de um salão de beleza ou uma barbearia bombando não é sinal de que a batalha está vencida e não há mais nada a aprender. Sempre há! Se dedicar a obter mais conhecimento e técnica, por meio de cursos e treinamentos, não é gasto e, sim, investimento!

Nenhum sucesso é suficiente para a equipe se dar ao luxo de parar de aprender. “Os conhecimentos técnicos inovadores do negócio, que abrangem a atividade em si oferecida no dia a dia ao cliente, como os cuidados com o barbear perfeito ou como tratar as unhas antes esmaltar, são essenciais. Mas dominar a parte administrativa, acompanhar tendências, analisar a concorrência e entender como está a exigência do consumidor, são de extrema importância para garantir que o seu negócio tenha um diferencial em relação aos demais”, explica Marcela Quiroga. São detalhes fundamentais, do tipo: como você pode ter mais eficácia na sua gestão de tempo, como encantar e fidelizar clientes etc. A mulher empreendedora ter que ter em mente que esse é um universo com uma fonte inesgotável de conhecimento e estratégias, que requer constante atualização por meio de cursos e treinamentos.

“Os salões de beleza são, por natureza, um tipo de serviço que tem diversas oportunidades de entender a dinâmica dos clientes e descobrir suas necessidades. A relação é direta. Dá para fazer promoções, entregar produtos e tecnologias novas, capacitar profissionais. Ainda mais nessa área, em que a concorrência é altíssima. Então, vale ressaltar que nesse tipo de comércio, assim como nas barbearias, espaços de depilação e esmalterias, existe um trunfo que é o contato direto com o cliente, onde é possível trabalhar constantemente a confiança e o relacionamento”, destaca a especialista em empreendedorismo. E a partir daí trabalhar a capacitação dos profissionais. “A matemática é simples: vale a pena perder um cliente por 60 reais de diferença em um serviço que o salão ao lado está entregando, com um preço mais em conta, ou é mais produtivo manter o valor mais alto e deixar de fidelizar esse cliente?”, questiona Marcela. A resposta? A mulher empreendedora tira de letra.

 

Inspire-se em histórias de empreendedorismo de sucesso de ex-alunos dos cursos do Instituto Embelleze. Depois de aprenderem uma profissão na área de beleza e de acreditarem em seus potenciais, eles entraram para o mercado e, hoje, são donos dos próprios negócios.

 

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empreendedorismo, profissional de beleza, mercado de trabalho, franquia, instituto embeleze, curso profissionalizante

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